ENSINOS DA RESSURREIÇÃO
Mateus 28.1-10
I – NOS ENSINA A FUGA DA ROTINA: É O ENCONTRO COM O NOVO
1. Ainda não vi um programa de ressuscitação de pessoas; ainda não vi os líderes evangélicos fazendo os 21 dias de ressurreições.
2. A ressurreição nos ensina que fugimos do natural, trata-se do sobrenatural.
3. A ida das Marias ao túmulo de Jesus era a certeza e a busca pelo natural: Jesus está sepultado.
4. As Marias não imaginavam que estavam próximas à saída da rotina: quantos os sepultamentos elas devem ter presenciado, quantas outras vezes as mulheres podem ter ido a sepulcros para cuidar dos seus mortos.
5. As Marias não fariam o que fizeram aos outros mortos, porque aquele dia seria diferente dos outros dias.
6. Naquele domingo de Páscoa houve um terremoto (talvez localizado à região do sepulcro); naquele domingo de Páscoa teve anjo do Senhor, que removendo a pedra, assentando-se sobre ela.
7. Não era rotina anjos sobre pedras e guardas como se estivessem mortos (v.4); não era rotina as pessoas conversarem com anjos (v.5).
II – NOS ENSINA QUE A MORTE PODE SER VENCIDA
1. A morte é o nosso medo, é o nosso pavor. Vivemos com a sensação da morte perto: a dor no peito, a dor na cabeça, nos rins, na vesícula, etc, sempre pensamos que chegou a nossa hora.
2. É natural pensarmos que vamos morrer; não é natural ficarmos pensando em nossa ressurreição, pois é preciso que morramos antes.
3. A morte é tão certa que José, de Arimatéia, fez um sepulcro novo aberto na rocha (Mt 27.57-60). José decidiu se preparar em vida, porque a morte é certa.
4. O que o anjo sabia das mulheres: “Não temais; porque sei que buscais Jesus, que foi crucificado” (v.5). O anjo fala do previsível, do natural; as mulheres viram onde Jesus fora colocado (Mt 27.61).
5. O anjo diz às Marias que Jesus não está ali no sepulcro; e antes que elas caiam em desespero ele diz: “Ressuscitou, como tinha dito. Vinde ver onde jazia” (v.6).
6. O anjo era o portador das boas notícias, era ele o mensageiro. Mas o anjo transfere às mulheres a responsabilidade de serem as portadoras da boa notícia: “Ide, pois, depressa e dizei aos seus discípulos que ele ressuscitou dos mortos” (v.7).
7. As Marias, tomadas de emoções diversas saíram apressadamente para cumprir a missão (v.8). Mateus nos informa que Jesus aparece às mulheres (v.9); tal aparição confirma os fatos relatados pelo anjo (v.5-7).
8. A ressurreição de Jesus nos ensina que a morte pode ser vencida.
III – NOS ENSINA QUE RESSUSCITAREMOS, PORQUE ELE RESSUSCITOU
1. A ressurreição não era um tema desconhecido dos judeus e dos cristãos ( Jó 19.26,27; Dn 12.2); Jesus aborda o tema ressurreição (Jo 11.23); Marta declara saber sobre o tema (Jo 11.24); Jesus responde, se colocando como Aquele que confere a salvação (Jo 11.25-26); Paulo usa algumas de suas cartas para falar da ressurreição.
2. Paulo foi um apologeta da ressurreição; certamente ele a defendeu de forma oral e escrita. A sua defesa escrita da ressurreição está em 1 Coríntios 15; a sua doutrina da ressurreição está em Romanos 6; o seu desejo pessoal em relação à ressurreição está em Filipenses 3. 7-11.
3. O tema de 1 Co 15.1-19 (ARA) é: A ressurreição de Cristo, penhor da nossa ressurreição. Na ressurreição de Cristo temos a garantia da nossa ressurreição. As Escrituras falaram da morte e ressurreição de Cristo (v.3,4 – Ver Is. 53 ; Sl 16.8-11; Sl 22).
4. A ressurreição de Jesus foi um fato para as Marias, para os apóstolos e muitos outros (1 Co 15.5-8).
5. Paulo disse que era comum ouvir entre as pessoas que Jesus ressuscitou (v.12); Paulo também fala do desastre para a fé se Cristo não ressuscitou (v.13-17).
6. Por último, Paulo fala da inutilidade da esperança em Cristo só para esta vida; se a vida se resume apenas ao nosso tempo aqui, se não há uma esperança e expectativa de futuro da alma e de vida, porque a privação de tudo daqui? O homem poderia, caso tudo terminasse aqui, fazer valer só Ec 8.15.
7. Paulo ainda, na sua apologia da ressurreição: A ressurreição em relação à vida prática (ARA) 1 Co 15.29-34.
CONCLUSÃO
A ressurreição fortalece a nossa fé; a ressurreição nos ajuda a consolar os irmãos (1 Ts 4.13-18).
A ressurreição nos dá confiança mesmo diante da sentença de morte (2 Co 1.9-11).
Amém.
Pr. Eli da Rocha Silva
24/04/2011 – Igreja Batista em Jd Helena – Itaquera - SP
sexta-feira, 22 de abril de 2011
sábado, 9 de abril de 2011
A GRAÇA QUE NOS DÁ LIBERDADE
2 CORÍNTIOS 3.17
I – A GRAÇA É A LIBERDADE NO MESSIAS (CRISTO)
1. A liberdade pregada pelo profeta messiânico é ratificada pelo Messias-Cristo (Is 61.1 e Lc 4.18).
2. Jesus foi enviado ao mundo para:
a. dar liberdade aos cativos, através da graça que liberta;
b. dar vista aos cegos, por meio da luz da vida, livrando-os da cegueira do mundo e de Satanás;
c. tirar o peso dos que estão oprimidos, através do Seu jugo suave, que retira de nós o pesado fardo.
3. Eles, que também precisam da graça do Pai, devem aceitar o Messias falado pelos profetas.
II – A GRAÇA É A LIBERDADE PREGADA PELO CRISTO DE DEUS.
1. “Vós sereis livres”. Jesus reitera o que foi dito pelo profeta: Ele veio para dar liberdade aos cativos.
2. Mas a liberdade só será alcançada pelos cativos de fato (questão de consciência); os judeus não se viam escravos, pois não entenderam a proposição de Jesus (Jo 8.33).
3. Jesus estava falando da escravidão do pecado (v.34); Ele estava se referindo à pior das escravidões: o escravizado por Satanás.
4. Quem é escravo do pecado e de Satanás é forçado a viver segundo as concupiscências da carne e os desejos das motivações demoníacas (Ef 2.1-3).
5. Mas Cristo disse que não precisa ser assim; as pessoas não precisam viver escravas do pecado, fazendo a sua vontade, e longe de Deus: “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (v.36).
6. Jesus falou aos seus compatriotas que não fizeram o mínimo de esforço para entender a Sua mensagem (v.37-47).
III – A GRAÇA É A LIBERDADE PELO ESPÍRITO
1. Pedro em seu sermão evangelístico diz aos judeus que, arrependidos e crentes “receberiam o dom do Espírito”. O que Pedro estava fazendo era confirmar o que Jesus lhes dissera poucos dias antes (Atos 1.5 e 8).
2. É perfeitamente claro para nós, que Pedro estava falando do recebimento do Espírito pela conversão (“Arrependei-vos”, “Sejam batizados em nome de Jesus Cristo”, “Recebam a remissão (perdão) dos pecados”).
3. O pecador remido passa a ser templo do Espírito; cumpre-se em sua vida o que Jesus disse aos discípulos (João 14.23); cumpre-se em sua vida o que Jesus disse aos judeus (João 8.36). Cumpre-se na vida do crente o que Paulo disse aos Coríntios: “Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade” (1 Co 3.17).
4. Nota B.E.MacArthur: “O cristão não está mais preso à condenação da lei e ao domínio de Satanás”. Não está preso à Lei, pois o fim da Lei é Cristo (Rm 10.4), isto é, ela nos encaminhou até chegarmos ao conhecimento e recebimento de Cristo (Gl 3.22-25). Ver ainda Gálatas 5.1
5. Em Cristo fomos de fato livres (Gl 5.1). Escrevendo a Timóteo, Paulo fala da condição daqueles que estão sem Cristo, e da responsabilidade dos pregadores (2 Tm 2.24-26).
6. Outro aspecto maravilhoso da habitação do Espírito no crente é a liberdade que nos é conferida por estamos em Jesus (Rm 8.1,2).
7. Termino com o comentário da B.E.P:
a. A verdadeira libertação começa quando o crente se une a Cristo e recebe o Espírito Santo (Atos 2.38);
b. A liberdade proporcionada por Cristo não é uma liberdade para o crente fazer o que quer (1 Co 10.23,24), mas para fazer o que deve (Rm 6.18-23);
c. A liberdade cristã deixa o crente livre para servir a Deus (1 Ts 1.9) e ao próximo (1 Co 9.19), segundo a justiça (Rm 6.18).
CONCLUSÃO
A graça que nos dá liberdade manifestou-se salvadora a todos os povos.
A liberdade pregada pelos profetas, confirmada por Cristo e em Cristo, nos alcançou e nos transportou para o reino da luz (Cl 1.12-14).
Amém.
Pr. Eli da Rocha Silva
Igreja Batista em Jd. Helena – Itaquera – São Paulo - SP
2 CORÍNTIOS 3.17
I – A GRAÇA É A LIBERDADE NO MESSIAS (CRISTO)
1. A liberdade pregada pelo profeta messiânico é ratificada pelo Messias-Cristo (Is 61.1 e Lc 4.18).
2. Jesus foi enviado ao mundo para:
a. dar liberdade aos cativos, através da graça que liberta;
b. dar vista aos cegos, por meio da luz da vida, livrando-os da cegueira do mundo e de Satanás;
c. tirar o peso dos que estão oprimidos, através do Seu jugo suave, que retira de nós o pesado fardo.
3. Eles, que também precisam da graça do Pai, devem aceitar o Messias falado pelos profetas.
II – A GRAÇA É A LIBERDADE PREGADA PELO CRISTO DE DEUS.
1. “Vós sereis livres”. Jesus reitera o que foi dito pelo profeta: Ele veio para dar liberdade aos cativos.
2. Mas a liberdade só será alcançada pelos cativos de fato (questão de consciência); os judeus não se viam escravos, pois não entenderam a proposição de Jesus (Jo 8.33).
3. Jesus estava falando da escravidão do pecado (v.34); Ele estava se referindo à pior das escravidões: o escravizado por Satanás.
4. Quem é escravo do pecado e de Satanás é forçado a viver segundo as concupiscências da carne e os desejos das motivações demoníacas (Ef 2.1-3).
5. Mas Cristo disse que não precisa ser assim; as pessoas não precisam viver escravas do pecado, fazendo a sua vontade, e longe de Deus: “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (v.36).
6. Jesus falou aos seus compatriotas que não fizeram o mínimo de esforço para entender a Sua mensagem (v.37-47).
III – A GRAÇA É A LIBERDADE PELO ESPÍRITO
1. Pedro em seu sermão evangelístico diz aos judeus que, arrependidos e crentes “receberiam o dom do Espírito”. O que Pedro estava fazendo era confirmar o que Jesus lhes dissera poucos dias antes (Atos 1.5 e 8).
2. É perfeitamente claro para nós, que Pedro estava falando do recebimento do Espírito pela conversão (“Arrependei-vos”, “Sejam batizados em nome de Jesus Cristo”, “Recebam a remissão (perdão) dos pecados”).
3. O pecador remido passa a ser templo do Espírito; cumpre-se em sua vida o que Jesus disse aos discípulos (João 14.23); cumpre-se em sua vida o que Jesus disse aos judeus (João 8.36). Cumpre-se na vida do crente o que Paulo disse aos Coríntios: “Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade” (1 Co 3.17).
4. Nota B.E.MacArthur: “O cristão não está mais preso à condenação da lei e ao domínio de Satanás”. Não está preso à Lei, pois o fim da Lei é Cristo (Rm 10.4), isto é, ela nos encaminhou até chegarmos ao conhecimento e recebimento de Cristo (Gl 3.22-25). Ver ainda Gálatas 5.1
5. Em Cristo fomos de fato livres (Gl 5.1). Escrevendo a Timóteo, Paulo fala da condição daqueles que estão sem Cristo, e da responsabilidade dos pregadores (2 Tm 2.24-26).
6. Outro aspecto maravilhoso da habitação do Espírito no crente é a liberdade que nos é conferida por estamos em Jesus (Rm 8.1,2).
7. Termino com o comentário da B.E.P:
a. A verdadeira libertação começa quando o crente se une a Cristo e recebe o Espírito Santo (Atos 2.38);
b. A liberdade proporcionada por Cristo não é uma liberdade para o crente fazer o que quer (1 Co 10.23,24), mas para fazer o que deve (Rm 6.18-23);
c. A liberdade cristã deixa o crente livre para servir a Deus (1 Ts 1.9) e ao próximo (1 Co 9.19), segundo a justiça (Rm 6.18).
CONCLUSÃO
A graça que nos dá liberdade manifestou-se salvadora a todos os povos.
A liberdade pregada pelos profetas, confirmada por Cristo e em Cristo, nos alcançou e nos transportou para o reino da luz (Cl 1.12-14).
Amém.
Pr. Eli da Rocha Silva
Igreja Batista em Jd. Helena – Itaquera – São Paulo - SP
segunda-feira, 4 de abril de 2011
TÁ NO LIVRO...
"A igreja evangélica brasileira vive o pecado da tietagem. Pregadores e cantores são vistos e tratados como astros, como atores que sobem num palco para dar um show. Essa atitude é um sinal evidente de imaturidade e decadência espiritual"
Pr. Hernandes Dias Lopes - Livro: Comentário 1ª Carta aos Coríntios.- Hagnos)
Pr. Hernandes Dias Lopes - Livro: Comentário 1ª Carta aos Coríntios.- Hagnos)
FALA BREVE...
1Pe 4:7 Mas já está próximo o fim de todas as coisas; portanto sede sóbrios e vigiai em oração.
"O fim está próximo". Parece uma nota de alegria e descanso. Quando alguém está sofrendo dores, saber que o fim está próximo, é certamente um alívio. Seja o fim da dor ou da vida.
"O fim está próximo". Parece uma nota de alegria e descanso. Quando alguém está sofrendo dores, saber que o fim está próximo, é certamente um alívio. Seja o fim da dor ou da vida.
sábado, 2 de abril de 2011
ALGUNS DEVERES DOS CRENTES UNS PARA COM OS OUTROS
1 PEDRO 4.7-11
1Pe 4:7 Mas já está próximo o fim de todas as coisas; portanto sede sóbrios e vigiai em oração;
1. “O fim está próximo”. Parece uma nota de alegria e descanso. Quando alguém está sofrendo dores, saber que o fim está próximo, é certamente um alívio. Seja o fim da dor ou da vida.
2. Nesta carta, o fim representa a volta de Cristo; a sua volta era ‘iminente’ na mente dos primeiros cristãos, e continua sendo nas mentes dos cristãos de hoje.
3. A palavra de Pedro é escatológica, e é também de alerta. Com o fim próximo, não podemos deixar que nos envolvam em coisas que não dizem respeito à vida que temos em Cristo.
4. Sobriedade, vigilância e oração é a palavra de ordem. Com sobriedade, não nos deixamos levar nem pelo fanatismo de pararmos tudo porque a vinda do Senhor se avizinha.
5. Vigiar em oração é a busca da comunhão e comprometimento necessário ao crente enquanto aguarda ansioso, mas não passivo.
1Pe 4:8 tendo antes de tudo ardente amor uns para com os outros, porque o amor cobre uma multidão de pecados;
1. Ardente amor, ou, amor intenso, é o tipo de relacionamento entre os irmãos. Esse é o amor ágape; ele é despretensioso, é altruísta. O Pr. John MacArthur escreveu: “Esse tipo de amor exige que o cristão coloque o bem espiritual do outro acima dos seus próprios desejos, a despeito de ser tratado de maneira indelicada e desagradável ou até com hostilidade”.
2. “O amor cobre uma multidão de pecados”. Quando o amor do tipo ‘uns com os outros é vivido na igreja, os nossos irmãos nos perdoam com maior facilidade. A assembléia nos aceita com maior caridade, com maior respeito, com desejo de nos fazer crescer em espiritualidade, em maturidade.
3. Quando eu errar, não vou ser tratado como coitadinho, e nem terei dos irmãos a liberdade para pecar. A igreja que ama ampara o pecador e ajuda a limpar as suas chagas.
1Pe 4:9 sendo hospitaleiros uns para com os outros, sem murmuração;
1. Naqueles dias era comum e também necessário ser hospitaleiro. A hospitalidade não exigia que se conhecesse o hóspede (a palavra grega significa ‘amar aos estranhos’.
2. Em muitas vezes, a hospitalidade era também praticada como um cuidado especial pelo necessitado, principalmente, com os pregadores itinerantes.
3. É muito mais comum a prática da xenofobia (medo do estranho) do que a filoxenia (amor ao estranho).
1Pe 4:10 servindo uns aos outros conforme o dom que cada um recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus.
1. A práxis eclesiástica: “Servindo uns aos outros”. O motivador da práxis: “O dom que cada um recebeu”. Sem a ação dos dons não conseguimos servir uns aos outros; e sem o fruto do Espírito, muito menos ainda.
2. “Como bons despenseiros”. Vamos tirar da despensa do nosso coração o que é necessário ao meu irmão. A graça recebida será por mim e por você distribuída em abundância aos que necessitam de da graça de Deus.
1Pe 4:11 Se alguém fala, fale como entregando oráculos de Deus; se alguém ministra, ministre segundo a força que Deus concede; para que em tudo Deus seja glorificado por meio de Jesus Cristo, a quem pertencem a glória e o domínio para todo o sempre. Amém.
1. Dois ministérios importantes na igreja: Palavra e Serviço (Atos 6.1-7). Tanto pastores, como diáconos, ou qualquer outro irmão que desempenhem tais funções para a glória de Deus.
2. Qualquer intenção que não seja a glória de Deus ao prestarmos um serviço na igreja deve ser rejeitada.
3. O texto termina com o que devemos saber com reverência: “Para que em tudo Deus seja glorificado por meio de Jesus Cristo, a quem pertencem a glória e o domínio para todo o sempre”.
Pr. Eli da Rocha Silva
03/04/2011 – Igreja Batista em Jd Helena - Itaquera
1 PEDRO 4.7-11
1Pe 4:7 Mas já está próximo o fim de todas as coisas; portanto sede sóbrios e vigiai em oração;
1. “O fim está próximo”. Parece uma nota de alegria e descanso. Quando alguém está sofrendo dores, saber que o fim está próximo, é certamente um alívio. Seja o fim da dor ou da vida.
2. Nesta carta, o fim representa a volta de Cristo; a sua volta era ‘iminente’ na mente dos primeiros cristãos, e continua sendo nas mentes dos cristãos de hoje.
3. A palavra de Pedro é escatológica, e é também de alerta. Com o fim próximo, não podemos deixar que nos envolvam em coisas que não dizem respeito à vida que temos em Cristo.
4. Sobriedade, vigilância e oração é a palavra de ordem. Com sobriedade, não nos deixamos levar nem pelo fanatismo de pararmos tudo porque a vinda do Senhor se avizinha.
5. Vigiar em oração é a busca da comunhão e comprometimento necessário ao crente enquanto aguarda ansioso, mas não passivo.
1Pe 4:8 tendo antes de tudo ardente amor uns para com os outros, porque o amor cobre uma multidão de pecados;
1. Ardente amor, ou, amor intenso, é o tipo de relacionamento entre os irmãos. Esse é o amor ágape; ele é despretensioso, é altruísta. O Pr. John MacArthur escreveu: “Esse tipo de amor exige que o cristão coloque o bem espiritual do outro acima dos seus próprios desejos, a despeito de ser tratado de maneira indelicada e desagradável ou até com hostilidade”.
2. “O amor cobre uma multidão de pecados”. Quando o amor do tipo ‘uns com os outros é vivido na igreja, os nossos irmãos nos perdoam com maior facilidade. A assembléia nos aceita com maior caridade, com maior respeito, com desejo de nos fazer crescer em espiritualidade, em maturidade.
3. Quando eu errar, não vou ser tratado como coitadinho, e nem terei dos irmãos a liberdade para pecar. A igreja que ama ampara o pecador e ajuda a limpar as suas chagas.
1Pe 4:9 sendo hospitaleiros uns para com os outros, sem murmuração;
1. Naqueles dias era comum e também necessário ser hospitaleiro. A hospitalidade não exigia que se conhecesse o hóspede (a palavra grega significa ‘amar aos estranhos’.
2. Em muitas vezes, a hospitalidade era também praticada como um cuidado especial pelo necessitado, principalmente, com os pregadores itinerantes.
3. É muito mais comum a prática da xenofobia (medo do estranho) do que a filoxenia (amor ao estranho).
1Pe 4:10 servindo uns aos outros conforme o dom que cada um recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus.
1. A práxis eclesiástica: “Servindo uns aos outros”. O motivador da práxis: “O dom que cada um recebeu”. Sem a ação dos dons não conseguimos servir uns aos outros; e sem o fruto do Espírito, muito menos ainda.
2. “Como bons despenseiros”. Vamos tirar da despensa do nosso coração o que é necessário ao meu irmão. A graça recebida será por mim e por você distribuída em abundância aos que necessitam de da graça de Deus.
1Pe 4:11 Se alguém fala, fale como entregando oráculos de Deus; se alguém ministra, ministre segundo a força que Deus concede; para que em tudo Deus seja glorificado por meio de Jesus Cristo, a quem pertencem a glória e o domínio para todo o sempre. Amém.
1. Dois ministérios importantes na igreja: Palavra e Serviço (Atos 6.1-7). Tanto pastores, como diáconos, ou qualquer outro irmão que desempenhem tais funções para a glória de Deus.
2. Qualquer intenção que não seja a glória de Deus ao prestarmos um serviço na igreja deve ser rejeitada.
3. O texto termina com o que devemos saber com reverência: “Para que em tudo Deus seja glorificado por meio de Jesus Cristo, a quem pertencem a glória e o domínio para todo o sempre”.
Pr. Eli da Rocha Silva
03/04/2011 – Igreja Batista em Jd Helena - Itaquera
A IGREJA DOS SANTIFICADOS EM CRISTO
1 Coríntios 1. 1-17
O tema Igreja é apaixonante. Foi assim com Jesus: “Edificarei a minha Igreja”; foi assim com Paulo, haja vista, o grande interesse em organizá-las e nutri-las com a Palavra.
Escrevendo ‘à igreja de Deus que está em Corinto’, Paulo tem como finalidade confirmar aqueles santos em Jesus Cristo. A carta não tem como fim fazê-los desanimar no esforço empreendido para serem crentes, mas de reanimá-los e consertar as pequenas falhas e realinhar onde há divergência.
I – A SAUDAÇÃO À IGREJA DOS SANTIFICADOS EM CRISTO (v.2)
1. A saudação é para a igreja de Deus em Corinto. Era uma saudação para todos os que habitavam em Corinto e professavam Cristo. Não era para uma igreja localizada em um lugar em particular, na rua tal, número tal, mas para todos os que se reuniam para adorar a Deus, em espírito e em verdade.
2. Paulo chama aquele povo de ‘igreja de Deus’. A igreja é o grupo dos que foram chamados para ser de Deus; ‘de’ Deus é sinônimo de possessão, de propriedade; a igreja é de Deus e ‘não de qualquer indivíduo’ (Rieneccker & Rogers). Por melhor que alguém seja, a igreja não lhe pertence.
3. Outra coisa bonita que Paulo fala daqueles irmãos, é que eles eram ‘santificados em Cristo’. Nós somos santos dependentes, isto é, a nossa santificação se dá pelo fato de estarmos Naquele que é santo, e Aquele que é santo estar em nós. O Pr. Hernandes Dias Lopes chama isso de santificação posicional; quando nos posicionamos em Cristo que é santo, então, somos santos Nele. Não santidade à parte de Cristo.
4. Ainda, Paulo reforça a questão da vida dos santos em Cristo. Santo significa: separado e consagrado para determinado fim. Os crentes devem viver de modo santo e em santificação; trata-se de uma condição (posicionamento) quanto de um processo (continuidade). Esse progresso abraçado conduz o crente à glorificação.
5. A igreja de Deus não se limita a uma região geográfica, a uma denominação, ou a uma raça em particular (nem mesmo Israel), mas a ‘todos que em qualquer lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo’.
II – AÇÃO DE GRAÇAS PELA IGREJA DOS SANTIFICADOS EM CRISTO
1. “Sempre” – em todo o tempo. Desde o momento dos primeiros convertidos até quando a carta foi escrita. O apóstolo era em extremo grato a Deus pela vida da igreja que estava em Corinto.
2. A gratidão do apóstolo, a graça dada a Deus, o louvor de Paulo foi ‘a propósito da sua graça, que vos foi dada em Cristo Jesus’ (v.4). A gratidão é a conscientização de que não merecemos nada, e mesmo assim, Deus estendeu suas mãos de misericórdia e compaixão sobre nós.
3. A condição da igreja em Corinto: “Porque, em tudo, fostes enriquecidos nele, em toda a palavra e em todo o conhecimento” (v.5). Tais palavras devem ter soado como elogio da parte do apóstolo. Aqueles crentes em Corinto eram mesmo cheios de graça da parte de Deus. Aqueles crentes foram ensinados na palavra e tiveram o conhecimento da verdade que liberta (João 8.32).
4. Podemos dizer sem medo de errar, que todos os crentes, em todos os tempos, também são enriquecidos em Cristo, com toda a sorte de bênçãos espirituais (Ef. 1.3). O que pode estar acontecendo com um ou outro membro, é a dificuldade de perceber, de sentir, de querer mesmo andar em bênçãos espirituais.
5. Paulo continua elogiando a igreja: “Assim como o testemunho de Cristo tem sido confirmado em vós” (v.6). Os efeitos da aceitação do evangelho eram visíveis naqueles crentes; não havia neles um nominialismo evangélico; eles eram crentes mesmo. A confirmação não é no âmbito da igreja, mas na atuação no mundo.
6. A igreja em Corinto era farta em recursos espirituais (v.7). Toda essa gama de dons conduziria os crentes, à vida santa e em santificação tratada inicialmente por Paulo, até o ‘dia de nosso Senhor Jesus Cristo’ (v.8).
7. A igreja de hoje está na mesma condição daquela, isto é, caminhando em testemunho e santificação até que o Senhor venha.
III – A EXORTAÇÃO À IGREJA DOS SANTIFICADOS EM CRISTO.
1. Até o verso 9 vemos Paulo preparando o terreno para, com muito cuidado e zelo, falar aos irmãos acerca do que tinha ouvido a respeito deles ( v.11).
2. Mesmo sendo rica em todas as coisas (v.5), a igreja de Deus em Corinto precisa acertar algumas situações: ‘Muito antes de concretizar-se a “comunhão”, há divisão’ (Leon Morris).
3. A igreja está em processo de santificação, e nesse processo, ela precisa expurgar tudo que atrapalhe a comunhão entre os irmãos. Paulo então roga em nome de Jesus (v.10), para que eles acertem as questiúnculas pessoais; “Rogo-vos (...) que faleis todos a mesma coisa, e que não haja entre vós divisões”.
4. Quais eram as divisões? A divisão era marcada pela lealdade a certos líderes (Bíblia Anotada). A divisão não era apenas de liderança, mas, possivelmente, de doutrina e de costumes. Cito novamente o Pr. Hernandes: “A igreja evangélica brasileira vive o pecado da tietagem. Pregadores e cantores são vistos e tratados como astros, como atores que sobem num palco para dar um show. Essa atitude é um sinal evidente de imaturidade e decadência espiritual”.
5. Para a continuidade da igreja e ‘o testemunho de Cristo’ confirmado neles, era preciso acabar com as dissensões e as preferências imediatamente, e que todos fossem ‘inteiramente unidos na mesma disposição mental e no mesmo parecer’. A igreja que tinha tudo para ser exemplo, parecia mais um palco de UFC (Ultimate Fighting Championship), de luta de vale tudo.
6. “Sejam inteiramente unidos”. Sem trinca alguma; um conserto perfeito, onde as partes deixem de existir, fazendo uma única peça. A união das partes pode até ser um processo traumático, mas precisa ser colocado em execução.
7. “Unidos (...) na mesma disposição mental e no mesmo parecer”. Dois textos evidenciam isto em Atos em relação à igreja nascente (2.44 e 4.32). Os tempos eram outros (54 d.C), a região e o povo também (gentílico), mas a mensagem era a mesma que fora pregada em 33 d.C.
8. Paulo intima os irmãos a voltarem à sanidade mental, à verdade do evangelho: “Acaso está Cristo dividido?” (v.13). O apóstolo escreve um sermão em forma de carta para trazer a igreja à unidade “para que não se anule a cruz de Cristo”. Em Cristo, descemos dos nossos tronos e acercamos a sua cruz.
9. Quando nos rendemos à palavra da cruz a comunhão renasce entre nós.
CONCLUSÃO
A igreja cristã, que é de Deus, fundada por Jesus, deve testemunhar e deixar ver a sua perfeita comunhão.
Tal comunhão deve encher o mundo de inveja, e a nós, de humildade e da simplicidade que se vê em Cristo.
Fomos chamados à comunhão de Jesus e dos irmãos; sem Aquele, não haverá esta.
Que Deus nos abençoe com graça e misericórdia.
Amém
Pr. Eli da Rocha Silva
03/04/2011 – Igreja Batista em Jardim Helena – Itaquera
1 Coríntios 1. 1-17
O tema Igreja é apaixonante. Foi assim com Jesus: “Edificarei a minha Igreja”; foi assim com Paulo, haja vista, o grande interesse em organizá-las e nutri-las com a Palavra.
Escrevendo ‘à igreja de Deus que está em Corinto’, Paulo tem como finalidade confirmar aqueles santos em Jesus Cristo. A carta não tem como fim fazê-los desanimar no esforço empreendido para serem crentes, mas de reanimá-los e consertar as pequenas falhas e realinhar onde há divergência.
I – A SAUDAÇÃO À IGREJA DOS SANTIFICADOS EM CRISTO (v.2)
1. A saudação é para a igreja de Deus em Corinto. Era uma saudação para todos os que habitavam em Corinto e professavam Cristo. Não era para uma igreja localizada em um lugar em particular, na rua tal, número tal, mas para todos os que se reuniam para adorar a Deus, em espírito e em verdade.
2. Paulo chama aquele povo de ‘igreja de Deus’. A igreja é o grupo dos que foram chamados para ser de Deus; ‘de’ Deus é sinônimo de possessão, de propriedade; a igreja é de Deus e ‘não de qualquer indivíduo’ (Rieneccker & Rogers). Por melhor que alguém seja, a igreja não lhe pertence.
3. Outra coisa bonita que Paulo fala daqueles irmãos, é que eles eram ‘santificados em Cristo’. Nós somos santos dependentes, isto é, a nossa santificação se dá pelo fato de estarmos Naquele que é santo, e Aquele que é santo estar em nós. O Pr. Hernandes Dias Lopes chama isso de santificação posicional; quando nos posicionamos em Cristo que é santo, então, somos santos Nele. Não santidade à parte de Cristo.
4. Ainda, Paulo reforça a questão da vida dos santos em Cristo. Santo significa: separado e consagrado para determinado fim. Os crentes devem viver de modo santo e em santificação; trata-se de uma condição (posicionamento) quanto de um processo (continuidade). Esse progresso abraçado conduz o crente à glorificação.
5. A igreja de Deus não se limita a uma região geográfica, a uma denominação, ou a uma raça em particular (nem mesmo Israel), mas a ‘todos que em qualquer lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo’.
II – AÇÃO DE GRAÇAS PELA IGREJA DOS SANTIFICADOS EM CRISTO
1. “Sempre” – em todo o tempo. Desde o momento dos primeiros convertidos até quando a carta foi escrita. O apóstolo era em extremo grato a Deus pela vida da igreja que estava em Corinto.
2. A gratidão do apóstolo, a graça dada a Deus, o louvor de Paulo foi ‘a propósito da sua graça, que vos foi dada em Cristo Jesus’ (v.4). A gratidão é a conscientização de que não merecemos nada, e mesmo assim, Deus estendeu suas mãos de misericórdia e compaixão sobre nós.
3. A condição da igreja em Corinto: “Porque, em tudo, fostes enriquecidos nele, em toda a palavra e em todo o conhecimento” (v.5). Tais palavras devem ter soado como elogio da parte do apóstolo. Aqueles crentes em Corinto eram mesmo cheios de graça da parte de Deus. Aqueles crentes foram ensinados na palavra e tiveram o conhecimento da verdade que liberta (João 8.32).
4. Podemos dizer sem medo de errar, que todos os crentes, em todos os tempos, também são enriquecidos em Cristo, com toda a sorte de bênçãos espirituais (Ef. 1.3). O que pode estar acontecendo com um ou outro membro, é a dificuldade de perceber, de sentir, de querer mesmo andar em bênçãos espirituais.
5. Paulo continua elogiando a igreja: “Assim como o testemunho de Cristo tem sido confirmado em vós” (v.6). Os efeitos da aceitação do evangelho eram visíveis naqueles crentes; não havia neles um nominialismo evangélico; eles eram crentes mesmo. A confirmação não é no âmbito da igreja, mas na atuação no mundo.
6. A igreja em Corinto era farta em recursos espirituais (v.7). Toda essa gama de dons conduziria os crentes, à vida santa e em santificação tratada inicialmente por Paulo, até o ‘dia de nosso Senhor Jesus Cristo’ (v.8).
7. A igreja de hoje está na mesma condição daquela, isto é, caminhando em testemunho e santificação até que o Senhor venha.
III – A EXORTAÇÃO À IGREJA DOS SANTIFICADOS EM CRISTO.
1. Até o verso 9 vemos Paulo preparando o terreno para, com muito cuidado e zelo, falar aos irmãos acerca do que tinha ouvido a respeito deles ( v.11).
2. Mesmo sendo rica em todas as coisas (v.5), a igreja de Deus em Corinto precisa acertar algumas situações: ‘Muito antes de concretizar-se a “comunhão”, há divisão’ (Leon Morris).
3. A igreja está em processo de santificação, e nesse processo, ela precisa expurgar tudo que atrapalhe a comunhão entre os irmãos. Paulo então roga em nome de Jesus (v.10), para que eles acertem as questiúnculas pessoais; “Rogo-vos (...) que faleis todos a mesma coisa, e que não haja entre vós divisões”.
4. Quais eram as divisões? A divisão era marcada pela lealdade a certos líderes (Bíblia Anotada). A divisão não era apenas de liderança, mas, possivelmente, de doutrina e de costumes. Cito novamente o Pr. Hernandes: “A igreja evangélica brasileira vive o pecado da tietagem. Pregadores e cantores são vistos e tratados como astros, como atores que sobem num palco para dar um show. Essa atitude é um sinal evidente de imaturidade e decadência espiritual”.
5. Para a continuidade da igreja e ‘o testemunho de Cristo’ confirmado neles, era preciso acabar com as dissensões e as preferências imediatamente, e que todos fossem ‘inteiramente unidos na mesma disposição mental e no mesmo parecer’. A igreja que tinha tudo para ser exemplo, parecia mais um palco de UFC (Ultimate Fighting Championship), de luta de vale tudo.
6. “Sejam inteiramente unidos”. Sem trinca alguma; um conserto perfeito, onde as partes deixem de existir, fazendo uma única peça. A união das partes pode até ser um processo traumático, mas precisa ser colocado em execução.
7. “Unidos (...) na mesma disposição mental e no mesmo parecer”. Dois textos evidenciam isto em Atos em relação à igreja nascente (2.44 e 4.32). Os tempos eram outros (54 d.C), a região e o povo também (gentílico), mas a mensagem era a mesma que fora pregada em 33 d.C.
8. Paulo intima os irmãos a voltarem à sanidade mental, à verdade do evangelho: “Acaso está Cristo dividido?” (v.13). O apóstolo escreve um sermão em forma de carta para trazer a igreja à unidade “para que não se anule a cruz de Cristo”. Em Cristo, descemos dos nossos tronos e acercamos a sua cruz.
9. Quando nos rendemos à palavra da cruz a comunhão renasce entre nós.
CONCLUSÃO
A igreja cristã, que é de Deus, fundada por Jesus, deve testemunhar e deixar ver a sua perfeita comunhão.
Tal comunhão deve encher o mundo de inveja, e a nós, de humildade e da simplicidade que se vê em Cristo.
Fomos chamados à comunhão de Jesus e dos irmãos; sem Aquele, não haverá esta.
Que Deus nos abençoe com graça e misericórdia.
Amém
Pr. Eli da Rocha Silva
03/04/2011 – Igreja Batista em Jardim Helena – Itaquera
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