terça-feira, 20 de dezembro de 2011

DEUS CUIDA DE NÓS

Deus cuida de nós de modo diferenciado; Ele cuida de nós melhor que cuidamos das nossas crianças, dos nossos filhos. Nós não saímos um instante sequer do raio de visão de Deus. Deus vê de todos os lados; não há nada que Deus não veja.
É tão importante sabermos isto; é tão importante pregarmos isto; é tão importante vivermos disto.
Dois homens viveram este cuidado permanente de Deus. Cada um deles viveu os cuidados na proporção dos propósitos de Deus. Cada um deles pode verbalizar em oração o que entendia a respeito de Deus e de si mesmo.
Muitas vezes não fazemos este paralelo ‘eu e Deus’. Quando fizermos o paralelo gritaremos como Isaías: “Ai de mim! pois estou perdido”.
Parece que não gostamos de dar o braço a torcer nem para Deus; mas se dermos, Ele torce, mas Ele mesmo cura. O Profeta Oséias escreveu isto de modo glorioso: “Vinde, e tornemos para o Senhor, porque ele despedaçou e nos sarará; fez a ferida, e no-la atará. Depois de dois dias nos ressuscitará: ao terceiro dia nos levantará, e viveremos diante dele. Conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor; a sua saída, como a alva, é certa; e ele a nós virá como a chuva, como a chuva serôdia que rega a terra” (6.1-3).

I – O QUE DISSE JACÓ?

Gên 32:10 Não sou digno da menor de todas as tuas beneficências e de toda a fidelidade que tens usado para com teu servo; porque com o meu cajado passei este Jordão, e agora volto em dois bandos.

1. Jacó se coloca diante de Deus crente da sua pequenez; hoje está muito difícil crer na própria pequenez. Tem gente que só falta querer mais que ‘imagem e semelhança’ de Deus.
2. Do que Jacó não era digno? Das mesmas coisas que nós também não somos: da Sua misericórdia e da sua fidelidade.
3. Outra coisa que vemos no crente Jacó, era a crença de que era servo. Quem crê que é servo se satisfaz em servir. A relação servo-senhor nem sempre era marcada por misericórdia e fidelidade; nenhum servo cobra isso do seu senhor.
4. Deus, diferente de qualquer senhor, trata os seus servos com beneficência e fidelidade.
5. O servo que é feliz por ser servo sabe que não merece nada. De Deus é a graça, de Deus é o favor.

II – O QUE DISSE JEREMIAS?

1. Jeremias não desistiu mesmo não sendo fácil ser profeta. Os profetas modernos talvez não lembrem em nada Jeremias.
2. Muitos de nós, pastores, estão desistindo do pastorado quando ele parece não ser fácil. É verdade que existem pastorados mais fáceis que outros. Principalmente, quando o número de ovelhas com DNA de ovelha é maior.
3. Um pastor amigo nosso brincava ao falar da ovelha híbrida, aquela que não é puro sangue. Pode acontecer de ser encontrada a ovelha com rabo de cabra, casco de bode e para piorar, cheiro de lobo.
4. O ministério de Jeremias não foi fácil (Leia Jr 11.18,19; 16.1; 18.18; 26.8; 37.15). Mesmo não sendo um ministério fácil, Jeremias fez de tudo que viu e viveu na pele, um poema dividido em cinco partes.
5. Jeremias não reclamou não maldisse o seu chamado profético; ele saiu mais forte do que entrou na vida e no ministério.
6. Ele pode dizer do que sentiu: Lam 3:22 A benignidade do Senhor jamais acaba, as suas misericórdias não têm fim; Lam 3:23 renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade.
7. A alma sabia muito bem que o Senhor era a sua herança a sua porção, a sua parte. Assim, colocava no Senhor toda a sua esperança: A minha porção é o Senhor, diz a minha alma; portanto esperarei nele. Lam 3:24
8. Terminamos este pequeno trecho com a palavra de Jeremias que nos dá plena confiança: Bom é o Senhor para os que esperam por ele, para a alma que o busca. Lam 3:25
9. Podemos viver na mesma confiança que viveram Jacó e Jeremias: Deus cuida de nós.

Amém

Pr. Eli da Rocha Silva
20/12/2011 - Culto no lar da irmã Dusolina

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

DIAS DE RECONCILIAÇÃO
TEXTO: 2 CORÍNTIOS 5.14-21

O Natal e o Ano Novo parecem marcar uma vida nova; temos uma sensação de término de período e início de outro. Não estou falando do calendário, mas sim de sensações internas, da psique, das emoções.
Talvez seja também o tempo de darmos um basta às coisas que precisam ser deixadas para trás, de modo que não venham a interferir no período que está próximo a ser iniciado.
Caso em não queira fazer a ruptura com o velho, estarei fadado a iniciar o novo com os velhos vícios, as mesmas intrigas e desavenças e as mesmas inimizades.
Estes últimos dias são dias de reconciliação; mas, a reconciliação não começou hoje, ela é antiga, ela é de iniciativa divina. Podemos até dizer que divinos são também os que buscam a reconciliação. Não divinos por natureza, mas divinos por retratar a imagem e a semelhança de Deus.
Temos alguns casos de reconciliações na Bíblia que mudaram a história de todos os envolvidos. Falarei apenas de dois.

I – JACÓ E SUA RECONCILIAÇÃO COM ESAÚ (GN 32.1-33.20)

1. Não vou mover uma palha para buscar reconciliação com fulano! Talvez seja esta a palavra de que sofreu quando lhe fizeram tanto mal. Na história de Jacó e Esaú, de que lado você quer ficar? Jacó aproveitou o momento de maior fragilidade de seu irmão para ficar com o que era dele (Gn 25.29-34).
2. Tendo feito o acordo sob juramento, tempos depois, de modo fraudulento, Jacó se apossa do bem comprado (Gn 27.1-29).
3. Esaú, a parte cedente do contrato de compra e venda chega logo após Jacó ter sido abençoado; queria ele também a bênção que vendera tempos antes. Mas Isaque diz que não há mais bênção (27.36-41).
4. Jacó parte para Harã para fugir da ira homicida do seu irmão Esaú. Em Harã constituiu família, ficou rico, e por fim, resolveu voltar. O triste na história: reencontrar o seu irmão Esaú.
5. Somos assim também: sofremos o trauma de reencontrar as pessoas que ferimos. Tais traumas acontecem em família, em amizades e igreja. Mas dia menos dia temos que recolocar as coisas em bons termos. Não foi diferente com Jacó. Não será diferente conosco.
6. Jacó começou a criar situações em sua mente marcada pela dívida (Gn 32. 4-8). Mas Jacó também orou a Deus; cria ele que o Senhor lhe faria bem naquelas horas de dificuldades (v.9-12). Ele não só ora por livramento, mas lembra Deus das promessas feitas a ele (v.12).
7. Podemos dizer que aprendemos com Jacó o seguinte: é preciso orar antes para depois buscar a reconciliação.
8. Depois da oração foi preciso agir; Jacó continua a jornada rumo a Esaú. Jacó sabia e sentia: Deus está comigo. E Deus foi mesmo com ele e tudo aconteceu em clima de plena harmonia. Nada lembrava as circunstâncias dos temos de desarmonia (33.1-11).
9. Não há barreira que não possa ser transposta; não há dor que não possa ser superada; não há amargura que não possa ser curada; não há inimizade ou desavença que não possa ser perdoada.
10. Estamos em dias de reconciliação.

II – A HUMANIDADE RECONCILIADA COM DEUS

1. O texto que lemos fala também de reconciliação; o pecado nos intrigou com Deus. Ficamos intrigados com Deus e com todo mundo. Quando estamos intrigados e alguém olha para nós, perguntamos com cara de poucos amigos: Tá olhando o que?
2. Deus é amor; nós somos a imagem de Deus (Gn. 1.27). O triste é que não conservamos todo esse amor; não somos tão cheios de amor assim.
3. Para o nosso bem Deus é amor. Para o nosso bem Deus não se deixou levar pelo nosso desamor. Para o nosso bem Deus tomou a iniciativa: “Tudo provém de Deus” (2 Co 5.18). Somos ruins nas tomadas de iniciativa, então: “Deus nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo”.
4. A reconciliação é traumática: de um lado a morte de Cristo, do outro, a minha luta no reconhecimento que sou pecador, e que tal morte foi culpa minha. Mas Deus considerou que devia ser assim e nos reconciliou por meio do Filho na sua carne, isto é, na sua morte substitutiva.
5. Teologicamente é dito que Deus agiu por graça para não jogar sobre a humanidade a sua ira e a sua justiça (Colin Kruse). A graça manifesta foi na carne do Filho, o que nos libertou do acréscimo da pena: “não imputando aos homens as suas transgressões” (v.19).
6. Os nossos pecados não foram somados, mas poderiam ser somados se Deus assim quisesse, mas Ele não quis que fosse assim. Significa dizer que não temos mérito nenhum em todo este acontecimento de salvação. Nós éramos na verdade pessoas que deviriam ser condenadas, mas Deus preferiu não somar as nossas transgressões, e assim, perdoá-las de fato.
7. Celebrada a reconciliação é restabelecido o relacionamento e, em lugar de ira, a paz que excede todo entendimento. Não basta dizer que houve reconciliação; é necessário que a paz celebrada seja verificada por atos.
8. Para nós, a reconciliação promovida por Deus nos tirou do inferno, a casa que nós mesmos íamos preparando; para nós, a reconciliação promovida por Deus nos coloca na casa de muitos aposentos preparada pelo próprio Senhor (Jo 14.2).
9. Estamos em dias de reconciliação.

CONCLUSÃO
Deus trabalhou para que Jacó tivesse um excelente encontro com o seu irmão Esaú
Deus trabalhou para que nós tivéssemos um excelente encontro com Ele através de Jesus o Seu Filho.
Estamos em dias de reconciliação. Por que deixar para amanhã o que você precisa fazer hoje!?
Amém

Pr. Eli da Rocha Silva
18/12/2011 – Igreja Batista em Jd Helena

sábado, 8 de outubro de 2011

QUE DEVO FAZER PARA IMPACTAR A VIDA DE OUTROS
Atos 17.6b

I – SABER EM QUEM SE CRÊ

1. Quem não sabe em quem crer não pode impactar ninguém. Não estou falando daqueles que crêem em alguém ou alguma coisa; estou falando dos que dizem que crê, mas ficam tomados de dúvida diante dos que lhe questionam a própria fé.
2. Disse Paulo: Eu sei em quem tenho crido. Saber em quem se crê: este é o primeiro passo para impactar outros.
3. O carcereiro de Filipos precisou para crer para ser salvo, e consequentemente, proporcionar que a salvação chegasse aos seus (Atos 16.27-34).
4. O alto oficial de Candace, etíope, teve que declarar primeiro a sua crença para depois ser batizado. Não qualquer crença, mas a crença Naquele que foi o motivo do diálogo, a partir do profeta Isaías (At 8.36-37).
5. Característica notável em quem crê foi demonstrada pelo novo crente e novo batizado: “Foi seguindo o seu caminho, cheio de júbilo” (v.39b).
6. Quem sabe em quem crê professa a sua fé com alegria, porque, “não pode ser triste o coração que ama a Cristo”. E ainda, “a alegria está no coração de quem já conhece a Jesus”.
7. Se você pretende impactar pessoas que estão ao seu redor, saiba em Quem você crê e, viva a vida cristã com alegria.

II – TER DISPOSIÇÃO PARA TESTEMUNHAR

1. Testemunhar nem sempre é falar; testemunhar pode ser só viver o que se crê. A nossa vida cristã pode chamar a atenção dos outros sobre nós; surge daí uma possibilidade.
2. Disposição pode ser vista em dois sentidos: disposição como ânimo, entusiasmo e boa vontade. Mas também podemos considerar a disposição em relação ao nosso tempo. Quando de tempo eu quero deixar à disposição para testemunhar?
3. Pode acontecer de sermos empurrados para a disposição, seja de ânimo ou de tempo. Não sei em qual situação estavam os crentes de Jerusalém, só sei que eles foram empurrados para testemunhar, e fizeram isso com ânimo e disposição (Atos 8.1, 4-8).
4. Não sei o que está acontecendo com alguns de nós: falta tempo ou ânimo? Faltando tempo ou ânimo, isso pode ser resolvido com algumas injeções de horas com Deus e de organização. O problema quando é falta de vida; aí, só nascendo de novo da água e do Espírito.
5. Talvez precisemos entender que testemunhar não é opção, e sim obrigação daqueles que foram chamados para serem crentes. Jesus disse aos discípulos que eles seriam testemunhas: ser testemunha fazia parte do chamado de cada um deles. Jesus disse aos discípulos: “Indo, façam discípulos em todas as nações”. O Mestre não perguntou se eles estavam dispostos ou se queriam ir ou não; eles deveriam ir aos novos campos (Mt. 28.19).
6. Assim, todo crente pode testemunhar indo a novos campos ou ficando nos campos onde já estão instalados (não acomodados!): vizinhos, família, colegas de trabalho e escola.
7. Se você pretende impactar os que estão ao seu redor, crie situações para testemunhar.


III – VIVER NA TERRA O QUE ESPERAMOS PARA O CÉU

1. Soa esquisita a expressão ‘viver na terra o que esperamos para o céu’. Talvez não seja tão esquisito assim. Um teólogo diz que vivemos o ‘já, mas ainda não’.
2. É verdade que no céu teremos corpos glorificados; tudo que sofremos aqui neste mundo, em termos de tentação e sofrimentos físicos, não será nem mera lembrança.
3. Mesmo não sendo possível viver aqui o que será lá, Paulo diz que é possível vivermos a vida daqui, na expectativa da que é de lá (Col 3.1-4). Ele diz também que haverá uma mudança naqueles que pautaram a vida daqui pela de lá (v.4).
4. Diante da proposta paulina, entendemos que se quisermos impactar a vida dos outros, não podemos viver a vida daqui com os conceitos só desta vida. O cenário da vida daqui é de luta e provação. Por isso Paulo mesmo diz: “Fazei morrer a vossa natureza terrena” (v.5).
5. “Se quisermos impactar”. O problema é que nem sempre queremos impactar os outros; ou no mínimo, não temos esta preocupação e não encaramos como obrigação.
6. Mas, não tem como, não há escapatória: de alguma forma os outros serão impactados por nós. Alguns serão impactados de forma muito negativa; e nos acusarão dizendo: ‘Eu hein! Ser crente desse jeito?’. E não adianta dizermos: “O que pensam de mim não interessa!”. Pior que interessa sim; Deus nos chamou para uma vida de testemunho.
7. O nosso testemunho é definido pela vida que almejamos no ‘ainda não’, no céu que ainda não chegou e nele ainda não chegamos (Jo 14.3; 1 Ts 4.17).

CONCLUSÃO

Se nós pretendemos impactar pessoas que estão ao nosso redor, precisamos saber em Quem cremos.
Se nós pretendemos impactar pessoas que estão ao nosso redor, precisamos viver a vida cristã com alegria.
Se nós pretendemos impactar pessoas que estão ao nosso redor, precisamos viver aqui como se lá estivéssemos


Pr. Eli da Rocha Silva
09/10/2011 I B Jd. Helena - Itaquera

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

A SUPERIORIDADE DA PALAVRA DE DEUS
2 Pedro 1. 16-21


v. 16 - Porque não vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares da sua majestade,

1. “A vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”. Pedro está falando da segunda vinda, da parousia.
2. O que os apóstolos não ensinaram coisas inventadas por eles, mas falaram coisas vistas por eles.
3. “Nós fomos testemunhas oculares”. Os discípulos, pelo menos três deles, estavam presentes com Jesus no ato da transfiguração: Pedro, Tiago e João (Mt 17.1-8 e paralelos).


v. 17 - pois ele recebeu, da parte de Deus Pai, honra e glória, quando pela Glória Excelsa lhe foi enviada a seguinte voz: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.
v. 18 - Ora, esta voz, vinda do céu, nós a ouvimos quando estávamos com ele no monte santo.


1. “Ele recebeu, da parte do Pai, honra e glória”. Parece que Pedro estava falando como uma resposta à oração de Jesus cf. João 17.1.
2. “Glória Excelsa”. Esta expressão nos remete para Êxodo 24. 15,16 que diz: “A glória do Senhor pousou sobre o monte Sinai” (ARA); na ARC, “habitava a glória do Senhor”. A palavra hebraica é Shakhan, verbo que significa instalar-se, habitar. A glória (kabhôdh) do Senhor veio instalou-se, pousou (shakhan) sobre o monte. Moisés foi envolvido em todo aquele momento de glória, da marcante presença do Senhor (v.16).
3. “O meu Filho amado, em quem me comprazo” (cf. Mt 3.17). Pedro fala da confirmação que o Pai dera a respeito de seu Filho (Mt. 17.5).
4. “Esta voz...nós a ouvimos”. Pedro falava das coisas que tinha visto e ouvido (At 4.20).


v. 19 - Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração,

1. “Confirmada a palavra profética”. Tudo o que foi dito a respeito de Jesus no Antigo Testamento.
2. A Palavra é a candeia que ilumina os nossos caminhos (Sl 119.105). Jesus é a Palavra que ilumina o caminho (Jo 1.4-9).
3. “Até que o dia clareie...”. Haverá um dia quando todas as coisas serão consumadas, é o dia da vinda do Senhor. É o dia da realização das coisas que os crentes nutrem em seus corações. É o que sentiu o poeta quando escreveu: “Vai ser esplendida, alvorada, tão sonhada” (Melodias de Vitória).


v. 20 - sabendo, primeiramente, isto: que nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação;

1. “Sabendo, primeiramente, isto”. Os crentes deveriam ser firmes em suas convicções para se safarem dos falsos mestres.
2. Pedro está fazendo uma “Advertência relacionada aos falsos mestres do cap. seguinte; cf. 2Pe 3.16” (B.E.Almeida).


v. 21 - porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo.

1. Os profetas de Deus falaram da parte Dele. Tão diferente dos dias de hoje, que profetas falam o que querem, e muitos baseados em seus interesses pessoais, e com o que as pessoas gostariam de ouvir.
2. Paulo escrevendo a Timóteo fala da utilidade da Palavra inspirada por Deus (2Tm 3.16).
3. Deus quis usar homens, muitos em fraqueza, mas fortes no Espírito; homens que foram movidos pelo Espírito; tiveram a Palavra ‘soprada’ pelo Espírito.



Pr. Eli da Rocha Silva
28/08/2011 - Igreja Batista em Jd. Helena – José Bonifácio – São Paulo - SP

terça-feira, 23 de agosto de 2011

TÁ NA LEI (É BOM SABER).

LEI Nº 9.605, DE 12 DE FEVEREIRO DE 1998


Art 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.

§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

CAMINHOS DA ALMA
SALMO 27

O ESTADO DA ALMA

1. A primeira coisa que o salmista Davi fala é da segurança que ele tem em Deus. Tal segurança é resultado de ter em Deus a sua salvação. Deus é luz; Deus salva (v.1).
2. O Senhor é a garantia, é a proteção. O Senhor é a fortaleza aonde se refugia o servo. O crente sabe que existem inimigos ao redor, mas “eles tropeçam e caem” (v.2).
3. Essa firmeza e proteção nós podemos ver de modo pleno nos versos 2 e 3.
4. Tranquilidade e confiança eram o que sentia o servo do Senhor (v.3): “Não se atemorizará o meu coração (...) terei confiança”.


O DESEJO DA ALMA

1. Não sei quantos fazem a mesma oração do salmista. Sei apenas que ele nutria um grande desejo; não era apenas um desejo, mas uma busca. Muitas vezes desejamos algo, mas não buscamos. E até nos apegamos ao pessimismo e dizemos: Isso não é para mim, ou, isso é um sonho grande demais.
2. O seu desejo não tem sido o de muitos nos últimos tempos: “morar na casa do Senhor todos os dias da minha vida”. (v.4).
3. Mais duas coisas faziam parte do desejo do salmista: “Contemplar a beleza do Senhor”. Não significa que Davi via o Senhor, mas que estar ali era sentir a Sua doce presença.
4. Também, o silêncio do templo era o melhor lugar para fazer as suas meditações.
5. Nós também temos muitos desejos na alma. Mas quantos deles fazem parte de um coração voltado para Deus? Quantos dos nossos desejos serão abençoadores se forem realizados?

A CERTEZA DA ALMA

1. A certeza de ser um adorador (v.6b).
2. A certeza de que Deus pode ouvi-lo quando clamar (v.7-9).
3. A certeza da segurança em todo o tempo (v.10).
4. A certeza que os ensinos do Senhor proporcionam uma caminhada segura (v.11).
5. A certeza que a bondade do Senhor é o seu futuro (“verei”) (v.13).
6. O conselho para os demais:
• “Espera pelo Senhor”. Quanta gente desesperada sem saber qual caminho tomar;
• “Tem bom ânimo”. Quanta gente desanimada, sem coragem para continuar;
• “Fortifique-se o teu coração”. Quanta gente caída sem forças para se levantar (v.14).

Pr. Eli Rocha Silva



Aniversário irmã Dusolina 22/08/2011 (95 anos)