SALOMÃO E A SUA ORAÇÃO PREVENTIVA
1 REIS 8. 28-53
Salomão conhecia com certeza a dureza do coração do próprio homem; ele era fruto da dureza do coração.
Na dedicação do templo, ele faz a sua oração em favor do povo.
I – O REI-SERVO DIANTE DO SEU SENHOR
1. Depois de bendizer ao Senhor (v.23), Salomão se coloca como intercessor do povo, diante de Deus (v.28).
2. O que o rei queria deixar claro ao Senhor é que ele era apenas servo; e, por duas vezes ele declara isso.
3. A melhor maneira de apelarmos a Deus é quando vamos a Ele como servos que de fato somos. Muitos querem determinar que Deus faça isto ou faça aquilo, ao seu bel prazer, esquecendo-se que o Senhor nos ensina a servidão.
4. O líder Salomão, que sabia também ser servo, está diante de Deus para suplicar por ele e pelo seu povo.
5. A oração de Salomão e também do povo, seria no templo (v.30), na casa do Senhor, mas que morava no céu, pois não há lugar que possa contê-Lo (ou enquadrar Deus) (v.27).
6. O rei sabia que o povo, e ele mesmo, pecariam; então pede que o Senhor perdoe (v.30).
II – O TIPO DE ORAÇÃO DE SALOMÃO
1. A oração preventiva de Salomão era do tipo petição ou súplica.
2. O pedido de Salomão era que Deus ouvisse as orações. Recordo-me quando meu sogro foi acometido de uma grave doença no pâncreas, e minha sogra caiu diante de Deus em oração, noite e dia, e em todas as horas, quando não estava dormindo. A minha oração a Deus era a seguinte: Deus ouve a minha sogra.
3. Salomão sabia que haveria problemas de relacionamento na congregação de Israel; os problemas deveriam ser solucionados sem isenção
4. No verso 31 e 32, temos um tipo de oração, que podemos denominar de oração retributiva. Deus justificaria o justo e daria ao que tivesse cometido pecado, a justa retribuição. A palavra pecado aparece com o sentido de violação do direito, ultrapassar a linha, extrapolar o limite (A KJV usa trespass e não sin).
5. Toda vez que pecamos contra o nosso próximo, estamos na verdade violando o seu direito. Por conseqüência, pecamos contra o próprio Deus, que estabeleceu a nossa conduta (Êxodo 20). (Quem quiser saber mais sobre a palavra pecado e seus derivados pesquisar em DITAT pg. 450-453).
6. Jesus também estabelece regra de boa convivência quando diz: “Se teu irmão pecar, vai argüi-lo entre ti e ele só” (MT 18.15).
III – A CONDIOCIONALIDADE DA RESPOSTA FAVORÁVEL
1. Salomão sabia que os israelitas não pecariam apenas contra si mesmos, mas também contra Deus.
2. O pecado contra Deus traria graves conseqüências ao povo (v.33). O pecado contra Deus é resumido em uma única palavra: desobediência (Gn 2.16,17; 3.11,17).
3. Por conta do pecado, o povo seria ferido diante do inimigo (v.33); o povo seria atingido pela seca (v.35); o povo sofreria privações (v.37); o povo sofreria no cativeiro (v.46).
4. Mas Salomão, pediu a Deus, que se o seu povo se convertesse a Ele, que o Senhor não deixasse de ouvi-lo (v.33b, 35b, 48 a).
5. O povo devia se converter, confessar o Nome, orar e suplicar (v.34, 35, 48). O pedido de Salomão: que houvesse retorno à terra (v.34); que houvesse chuva na terra (v.36).
6. E ainda, que após conversão genuína, de todo o coração e toda a alma, orando na terra de seus inimigos que os levaram cativos (v.48), a oração de Salomão a Deus foi a seguinte: “move tu à compaixão os que os levaram cativos para que se compadeçam deles” (v.50b).
7. Salomão faz lembrar Deus que aquele era o seu povo (v.51-53). Deus não se esquecera do seu povo; mas Deus não agiria sem que O buscassem de coração inteiro.
8. Das coisas que Deus não pode fazer, uma delas é salvar sem conversão. Sem conversão não dá.
CONCLUSÃO
A oração de Salomão, que chamei de oração preventiva, é o tipo que de vez em quando também fazemos.
Os pais fazem pelos seus filhos (Jó oferecia até holocaustos pelos dele 1.5).
Os cônjuges crentes pelos não crentes.
Jesus pelos discípulos e por nós (João 17.20).
Mas na oração de Salomão e na de Jesus havia algo que não podia faltar: conversão. Jesus trata do tema usando a expressão: “aqueles que vierem a crer em mim”.
Então, a verdade é, sem conversão nem Deus lhe dará jeito.
Que Deus nos abençoe.
Pr. Eli da Rocha Silva
IBJH 28/09/2008
sábado, 27 de setembro de 2008
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
A NOSSA RESPONSABILIDADE NO MUNDO QUE VIVE COMO BARATA TONTA
A NOSSA RESPONSABILIDADE NO MUNDO QUE VIVE COMO BARATA TONTA
Tito 2.11-15
O drama será se o crente também viver como uma barata tonta.
O crente barata tonta não sabe para onde ir (Você já viu uma barata tonta?).
Tem também o crente que não sabe em qual igreja congregar; seria por acaso um crente com síndrome de barata tonta?
Deixando para lá essas questões ‘baratatontices’ vamos ao que interessa.
Falei tudo isto, apenas para dizer que o crente deve viver neste mundo (neste país!) cheio de esperança. Quem tem esperança sabe para onde ir. Não vive como bar... (disse que não ia falar mais!).
A fórmula da vida cheia de esperança é dada pelo apóstolo Paulo, que disse: “Mas eu sei em quem tenho crido” (2 Tm 1.12). Quem sabe em quem crê não é levado por vento de doutrina; não se deixa enrolar por pastorecos e apostolecos quaisquer; não vive atrás de revelações e profetadas.
Paulo escrevendo a Tito, diz a ele e a nós que: “A graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens” (2.11). Nós os crentes, nós que já fomos alcançados pela graça de Deus, temos a responsabilidade com os demais, com aqueles que ainda não sabem para onde ir.
Mas também Paulo nos diz qual deve ser o nosso comportamento no mundo, pois fomos salvos e ensinados como agir nele.
O apóstolo usa uma palavra que nos mostra o que ‘a graça de Deus que se manifestou salvadora’ fez conosco: ela nos educou (paideuo). Ela nos ensinou como se ensina uma criança; ela nos carregou pela mão. Ela nos tratou como pré-escolares; ela nos ensinou o ‘be-a-bá’ da vida cristã.
Aqueles que foram educados por essa graça não podem viver no mundo sem mostrar a ele que foram devidamente instruídos.
Uma vez instruídos, devemos renegar a impiedade e as paixões mundanas. João disse que quem ama o mundo o amor do Pai não está nele (1 Jo 2.15). Quem não renega o mundo com os seus atrativos convites nada aprendeu (há um conceito em pedagogia que diz: se não houve mudança, não houve aprendizado).
Certa vez ouvi dois jovens crentes conversando (um rapaz e uma moça), e o rapaz dizia para a moça: ‘Você não precisa justificar nada a ninguém, qualquer justificação nossa seria como crucificar Cristo de novo’. Veja bem! Veja bem! O fato de termos sido justificados, não nos dá a liberdade de vivermos uma vida de libertinos (Leia 1 Cor 6.12-20).
Como devemos viver no presente século? O presente século de Paulo a Tito podemos dizer que é o XXI. Nada mudou de lá para cá. Nem pioramos e nem melhoramos.
Então amados irmãos! Nada melhor que prestarmos atenção no conselho do apóstolo: “vivamos no presente mundo sóbria, e justa, e piamente, aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, que se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniqüidade, e purificar para si um povo todo seu, zeloso de boas obras”. Tito 2:12-14
CONCLUINDO
Quero terminar este texto com um outro do irmão Almir dos Santos Gonçalves Júnior, em Atualidades 2005, página 118, que ele aplicou à família, mas aqui aplicado de forma geral:
‘Se queremos, pois, ter esperança no melhor enfrentamento dos ataques do mundo, sejamos:
- sóbrios (temperamento controlado);
- sérios (compenetrados);
- temperantes (conciliadores);
- sãos na fé, no amor, na constância (disposição positiva para a vida em sua totalidade);
- reverentes no viver (dando o devido valor às coisas);
- moderados (não dado a exageros de qualquer natureza);
- praticantes do bem (honestidade, dignidade, integridade);
- amantes dos cônjuges e dos filhos (bons pais, mães, filhos e irmãos em família);
- discretos (não dado a aparecer vaidosamente);
- castos (vida sexual normal);
- operosos (produtivos em nossas responsabilidades);
- bondosos (compreensão amorável para com todos);
- submissos (exercício da vivência mútua em submissão um ao outro)”.
Que Deus nos abençoe e nos faça aguardar a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus (v.13).
Amém.
Pr. Eli Rocha Silva
Culto na Diaconia Levi/Ieda 26/09/2008
Tito 2.11-15
O drama será se o crente também viver como uma barata tonta.
O crente barata tonta não sabe para onde ir (Você já viu uma barata tonta?).
Tem também o crente que não sabe em qual igreja congregar; seria por acaso um crente com síndrome de barata tonta?
Deixando para lá essas questões ‘baratatontices’ vamos ao que interessa.
Falei tudo isto, apenas para dizer que o crente deve viver neste mundo (neste país!) cheio de esperança. Quem tem esperança sabe para onde ir. Não vive como bar... (disse que não ia falar mais!).
A fórmula da vida cheia de esperança é dada pelo apóstolo Paulo, que disse: “Mas eu sei em quem tenho crido” (2 Tm 1.12). Quem sabe em quem crê não é levado por vento de doutrina; não se deixa enrolar por pastorecos e apostolecos quaisquer; não vive atrás de revelações e profetadas.
Paulo escrevendo a Tito, diz a ele e a nós que: “A graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens” (2.11). Nós os crentes, nós que já fomos alcançados pela graça de Deus, temos a responsabilidade com os demais, com aqueles que ainda não sabem para onde ir.
Mas também Paulo nos diz qual deve ser o nosso comportamento no mundo, pois fomos salvos e ensinados como agir nele.
O apóstolo usa uma palavra que nos mostra o que ‘a graça de Deus que se manifestou salvadora’ fez conosco: ela nos educou (paideuo). Ela nos ensinou como se ensina uma criança; ela nos carregou pela mão. Ela nos tratou como pré-escolares; ela nos ensinou o ‘be-a-bá’ da vida cristã.
Aqueles que foram educados por essa graça não podem viver no mundo sem mostrar a ele que foram devidamente instruídos.
Uma vez instruídos, devemos renegar a impiedade e as paixões mundanas. João disse que quem ama o mundo o amor do Pai não está nele (1 Jo 2.15). Quem não renega o mundo com os seus atrativos convites nada aprendeu (há um conceito em pedagogia que diz: se não houve mudança, não houve aprendizado).
Certa vez ouvi dois jovens crentes conversando (um rapaz e uma moça), e o rapaz dizia para a moça: ‘Você não precisa justificar nada a ninguém, qualquer justificação nossa seria como crucificar Cristo de novo’. Veja bem! Veja bem! O fato de termos sido justificados, não nos dá a liberdade de vivermos uma vida de libertinos (Leia 1 Cor 6.12-20).
Como devemos viver no presente século? O presente século de Paulo a Tito podemos dizer que é o XXI. Nada mudou de lá para cá. Nem pioramos e nem melhoramos.
Então amados irmãos! Nada melhor que prestarmos atenção no conselho do apóstolo: “vivamos no presente mundo sóbria, e justa, e piamente, aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, que se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniqüidade, e purificar para si um povo todo seu, zeloso de boas obras”. Tito 2:12-14
CONCLUINDO
Quero terminar este texto com um outro do irmão Almir dos Santos Gonçalves Júnior, em Atualidades 2005, página 118, que ele aplicou à família, mas aqui aplicado de forma geral:
‘Se queremos, pois, ter esperança no melhor enfrentamento dos ataques do mundo, sejamos:
- sóbrios (temperamento controlado);
- sérios (compenetrados);
- temperantes (conciliadores);
- sãos na fé, no amor, na constância (disposição positiva para a vida em sua totalidade);
- reverentes no viver (dando o devido valor às coisas);
- moderados (não dado a exageros de qualquer natureza);
- praticantes do bem (honestidade, dignidade, integridade);
- amantes dos cônjuges e dos filhos (bons pais, mães, filhos e irmãos em família);
- discretos (não dado a aparecer vaidosamente);
- castos (vida sexual normal);
- operosos (produtivos em nossas responsabilidades);
- bondosos (compreensão amorável para com todos);
- submissos (exercício da vivência mútua em submissão um ao outro)”.
Que Deus nos abençoe e nos faça aguardar a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus (v.13).
Amém.
Pr. Eli Rocha Silva
Culto na Diaconia Levi/Ieda 26/09/2008
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
COISAS QUE O PASTORADO NOS ENSINA
COISAS QUE O PASTORADO NOS ENSINA
Uma igreja, cujo nome é HIPOTÉTICA,achou por bem, colocar em seu Estatuto, que o pastor exercerá o seu cargo por tempo indeterminado, mas que, a cada dois anos poderá haver um plebiscito.
Quem decide se poderá haver um plebiscito ou não é a própria igreja. A convocação para que a igreja decida se haverá ou não deve ser pelo presidente, que geralmente é o próprio pastor (E aí, convoca ou não convoca?)
Na igreja HIPOTÉTICA ficou determinado em Estatuto que, para o pastor continuar à frente do ministério pastoral, deverá atingir 2/3 dos membros da igreja (não diz: os membros presentes na assembléia) favoráveis à sua permanência.
Todos nós sabemos que não é comum aos membros das igrejas gostarem de participar de assembléias administrativas.
Vamos imaginar que a determinada igreja esteja caminhando bem; que os membros estão felizes e envolvidos no trabalho.
Vamos imaginar também que ela tenha 130 membros; dos 130, 15 não podem votar, pois são menores de 18 anos. Então, 115 poderão votar.
Caso a igreja, quando for consultada optar pelo plebiscito, 2/3 dos membros da igreja deverão votar a favor da permanência do pastor, o que dará um número de 76 membros.
Ocorre que dos 115 membros, cerca de 10 nunca aparecem; estão totalmente alheios à vida da igreja. Então, mediante convocação, pode ser que 105 membros compareçam, e destes, 76 têm que votar favoravelmente a permanência do pastor. A igreja conseguirá fazer com que o seu pastor permaneça ou não?
Quantos membros tem a sua igreja? Quantos costumam aparecer nas assembléias administrativas? Peça a lista de presença da última assembléia!
Faço a seguinte reflexão: Quando o pastorado vai mal, o plebiscito pode até ser favorável (pois alguns pastores se aferram ao cargo); quando o pastorado vai bem, o plebiscito pode ser um tiro no pé.
Se você estiver indo bem no pastorado, e perder para o plebiscito, é possível continuar confortavelmente pastoreando?
Acho bom pensarmos bem quando formos elaborar os nossos estatutos.
Pr. Eli da Rocha Silva
OPBB/SP 2036
Contador
Uma igreja, cujo nome é HIPOTÉTICA,achou por bem, colocar em seu Estatuto, que o pastor exercerá o seu cargo por tempo indeterminado, mas que, a cada dois anos poderá haver um plebiscito.
Quem decide se poderá haver um plebiscito ou não é a própria igreja. A convocação para que a igreja decida se haverá ou não deve ser pelo presidente, que geralmente é o próprio pastor (E aí, convoca ou não convoca?)
Na igreja HIPOTÉTICA ficou determinado em Estatuto que, para o pastor continuar à frente do ministério pastoral, deverá atingir 2/3 dos membros da igreja (não diz: os membros presentes na assembléia) favoráveis à sua permanência.
Todos nós sabemos que não é comum aos membros das igrejas gostarem de participar de assembléias administrativas.
Vamos imaginar que a determinada igreja esteja caminhando bem; que os membros estão felizes e envolvidos no trabalho.
Vamos imaginar também que ela tenha 130 membros; dos 130, 15 não podem votar, pois são menores de 18 anos. Então, 115 poderão votar.
Caso a igreja, quando for consultada optar pelo plebiscito, 2/3 dos membros da igreja deverão votar a favor da permanência do pastor, o que dará um número de 76 membros.
Ocorre que dos 115 membros, cerca de 10 nunca aparecem; estão totalmente alheios à vida da igreja. Então, mediante convocação, pode ser que 105 membros compareçam, e destes, 76 têm que votar favoravelmente a permanência do pastor. A igreja conseguirá fazer com que o seu pastor permaneça ou não?
Quantos membros tem a sua igreja? Quantos costumam aparecer nas assembléias administrativas? Peça a lista de presença da última assembléia!
Faço a seguinte reflexão: Quando o pastorado vai mal, o plebiscito pode até ser favorável (pois alguns pastores se aferram ao cargo); quando o pastorado vai bem, o plebiscito pode ser um tiro no pé.
Se você estiver indo bem no pastorado, e perder para o plebiscito, é possível continuar confortavelmente pastoreando?
Acho bom pensarmos bem quando formos elaborar os nossos estatutos.
Pr. Eli da Rocha Silva
OPBB/SP 2036
Contador
domingo, 21 de setembro de 2008
O QUE NOS FAZ PARECIDOS COM UM DOS LADRÕES QUE ESTAVAM NO CALVÁRIO
O QUE NOS FAZ PARECIDOS COM UM DOS LADRÕES QUE ESTAVAM NO CALVÁRIO
I – UMA VIDA DE DESACERTOS (ERROS) (Romanos 3.23).
1. O que se sabe sobre os outros dois crucificados: pouco é dito sobre eles.
2. Mateus e Marcos, escrevem que eles eram ladrões (Mt 27.38 e Mc. 15.27). Alguns entendem, que a princípio, eles foram revolucionários políticos que caíram em desgraça, que por conta disso viveram criminosos.
3. Lucas os chama de malfeitores (kakoúrgous). O que os levou a ficarem separados do convívio social foi a escolha que fizeram.
4. Somos parecidos com eles porque também fazemos escolhas; algumas acertadas e outras não. Mas todas elas trazem resultados, ou melhor, conseqüências.
5. Podemos dizer que somos melhores que eles? Quais foram as suas transgressões? Pelo menos duas. Se nos voltarmos para o Decálogo (As dez palavras), podemos alistar: Não furtarás (Êxodo 20.15) e Não cobiçarás (v.17).
6. Baseados em Romanos 3.23, podemos dizer que eles erraram o alvo. E baseados no mesmo texto podemos dizer que também erramos o alvo, porque todos erraram o alvo.
7. O erro deles e os nossos, nos colocam aquém da glória de Deus, isto é, não conseguimos atingir o alvo proposto por Deus, que é a sua glória. Nós fomos criados para o convívio com glória de Deus (Isaías 43.7), a sua espetacular presença.
8. A palavra carecem, ou destituídos, como em algumas versões, é interessante em sua análise do texto grego, mas preocupante no que ela nos ensina. Alguém pode usar histeréo (carecem, destituídos), e recitar o verso assim: Por causa do meu pecado eu cheguei tarde demais. Exemplo: as cinco virgens loucas.
9. No que se refere aos desacertos, é possível que temos sido melhores que aqueles dois kakoúrgous no Calvário.
III – UMA VIDA MARCADA PELA NECESSIDADE DO ENCONTRO COM CRISTO
1. Para aqueles ladrões houve um encontro marcado pelo kairós. Como kairós, entendemos o tempo marcado e administrado por Deus. No tempo de Deus os três se encontraram no Calvário.
2. No tempo marcado por Deus, o tempo do sacrifício de Cristo na cruz, ali estavam os três para cumprirem as suas penas. A dos ladrões, porque erraram o alvo; estavam aquém da glória de Deus. A de Cristo, o fato de termos errado o alvo e estarmos aquém da glória de Deus.
3. Um dos ladrões aproveitou bem o kairós de Deus, e fez bom uso do chronos. O seu tempo era pouco; as horas passavam lentamente, mas passavam. Ele então resolveu aproveitar o pouco tempo que lhe restava e começa repreender o seu companheiro de infortúnio: “Nem ao menos temes a Deus, estando sob igual sentença? Nós na verdade com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez” (Lc 23.40,41).
4. Numa questão de tempo, onde vemos o kairós de Deus se consumando em Jesus; vemos também o chronos, como uma briga pessoal de um dos ladrões. Em tudo isso ele pode vislumbrar um novo tempo; ele pede a Jesus algo que o leve tranqüilo para o aionos. Ele não pediu para sair da cruz, o chronos venceria, mas ele queria uma chance para a eternidade.
5. Ele aproveitou aquele pouco tempo de encontro com Jesus. Jesus não passaria outra vez por ali. A cruz foi apenas uma vez. O Calvário terminaria ali a sua rude história de cruz.
6. Ele não deixaria Jesus passar por ele sem aproveitar essa última oportunidade. Assim como a mulher com o fluxo de sangue não deixou. Assim como os dez leprosos não deixaram. Assim como nós, que um dia aproveitamos o Mestre que passou por nós.
7. Ele pede a Jesus sem nenhum constrangimento (logo ele, um pecador aquém da glória de Deus): Lembra-te de mim quando vieres no teu reino (v.52).
III – A VIDA QUE TEREMOS POR CAUSA DE CRISTO
1. Jesus é surpreendente; Ele deixa o pessoal do ‘eu quero é mais’ desconsolado. Para quem não sabe, esse é o pessoal que vive querendo azedar a vida do próximo.
2. O pessoal do ‘eu quero é mais’ teve que ouvir Jesus dizer para onde iria aquele que até horas atrás era um salteador.
3. É possível que o pessoal do ‘eu quero é mais’ comentou entre si que o inferno era pouco para aquele malfeitor. Mas Jesus que é surpreendente, diz: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso”.
4. O paraíso na cultura persa era um jardim fechado, um parque (o jardim doÉden). Aquele homem arrependido por ter vivido tanto tempo errando o alvo, aquém da glória de Deus, seria recebido em um lugar de delícias, de prazer.
5. Mesmo sendo um tema de difícil explicação o pós-morte, para Jesus, atravessar as portas de parádeisos, significava começar a viver o prazer do céu.
6. Aquele homem que durante toda a sua vida correu atrás dos prazeres fugidios, na cruz, ao lado de Cristo, em Cristo, achou a porta de entrada em parádeisos.
7. O próprio Jesus foi quem disse: Eu sou a porta, quem passar por mim achará alimento (João 10.9).
CONCLUSÃO
Em que podemos dizer que somos diferentes daqueles homens? Em nada, pois como eles, erramos o alvo e ficamos aquém da glória de Deus.
Como eles, mas apenas um aproveitou, tivemos um encontro com Cristo que marcou a nossa história.
Como aquele nosso irmão, que levou nas mãos as marcas dos seus pecados, Jesus levou as marcas dos deles e dos nossos pecados.
Em nada somos diferentes, pois o que nos aguarda é o paraíso.
Amém.
Pr. Eli da Rocha Silva
IBJH 21/09/2008
I – UMA VIDA DE DESACERTOS (ERROS) (Romanos 3.23).
1. O que se sabe sobre os outros dois crucificados: pouco é dito sobre eles.
2. Mateus e Marcos, escrevem que eles eram ladrões (Mt 27.38 e Mc. 15.27). Alguns entendem, que a princípio, eles foram revolucionários políticos que caíram em desgraça, que por conta disso viveram criminosos.
3. Lucas os chama de malfeitores (kakoúrgous). O que os levou a ficarem separados do convívio social foi a escolha que fizeram.
4. Somos parecidos com eles porque também fazemos escolhas; algumas acertadas e outras não. Mas todas elas trazem resultados, ou melhor, conseqüências.
5. Podemos dizer que somos melhores que eles? Quais foram as suas transgressões? Pelo menos duas. Se nos voltarmos para o Decálogo (As dez palavras), podemos alistar: Não furtarás (Êxodo 20.15) e Não cobiçarás (v.17).
6. Baseados em Romanos 3.23, podemos dizer que eles erraram o alvo. E baseados no mesmo texto podemos dizer que também erramos o alvo, porque todos erraram o alvo.
7. O erro deles e os nossos, nos colocam aquém da glória de Deus, isto é, não conseguimos atingir o alvo proposto por Deus, que é a sua glória. Nós fomos criados para o convívio com glória de Deus (Isaías 43.7), a sua espetacular presença.
8. A palavra carecem, ou destituídos, como em algumas versões, é interessante em sua análise do texto grego, mas preocupante no que ela nos ensina. Alguém pode usar histeréo (carecem, destituídos), e recitar o verso assim: Por causa do meu pecado eu cheguei tarde demais. Exemplo: as cinco virgens loucas.
9. No que se refere aos desacertos, é possível que temos sido melhores que aqueles dois kakoúrgous no Calvário.
III – UMA VIDA MARCADA PELA NECESSIDADE DO ENCONTRO COM CRISTO
1. Para aqueles ladrões houve um encontro marcado pelo kairós. Como kairós, entendemos o tempo marcado e administrado por Deus. No tempo de Deus os três se encontraram no Calvário.
2. No tempo marcado por Deus, o tempo do sacrifício de Cristo na cruz, ali estavam os três para cumprirem as suas penas. A dos ladrões, porque erraram o alvo; estavam aquém da glória de Deus. A de Cristo, o fato de termos errado o alvo e estarmos aquém da glória de Deus.
3. Um dos ladrões aproveitou bem o kairós de Deus, e fez bom uso do chronos. O seu tempo era pouco; as horas passavam lentamente, mas passavam. Ele então resolveu aproveitar o pouco tempo que lhe restava e começa repreender o seu companheiro de infortúnio: “Nem ao menos temes a Deus, estando sob igual sentença? Nós na verdade com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez” (Lc 23.40,41).
4. Numa questão de tempo, onde vemos o kairós de Deus se consumando em Jesus; vemos também o chronos, como uma briga pessoal de um dos ladrões. Em tudo isso ele pode vislumbrar um novo tempo; ele pede a Jesus algo que o leve tranqüilo para o aionos. Ele não pediu para sair da cruz, o chronos venceria, mas ele queria uma chance para a eternidade.
5. Ele aproveitou aquele pouco tempo de encontro com Jesus. Jesus não passaria outra vez por ali. A cruz foi apenas uma vez. O Calvário terminaria ali a sua rude história de cruz.
6. Ele não deixaria Jesus passar por ele sem aproveitar essa última oportunidade. Assim como a mulher com o fluxo de sangue não deixou. Assim como os dez leprosos não deixaram. Assim como nós, que um dia aproveitamos o Mestre que passou por nós.
7. Ele pede a Jesus sem nenhum constrangimento (logo ele, um pecador aquém da glória de Deus): Lembra-te de mim quando vieres no teu reino (v.52).
III – A VIDA QUE TEREMOS POR CAUSA DE CRISTO
1. Jesus é surpreendente; Ele deixa o pessoal do ‘eu quero é mais’ desconsolado. Para quem não sabe, esse é o pessoal que vive querendo azedar a vida do próximo.
2. O pessoal do ‘eu quero é mais’ teve que ouvir Jesus dizer para onde iria aquele que até horas atrás era um salteador.
3. É possível que o pessoal do ‘eu quero é mais’ comentou entre si que o inferno era pouco para aquele malfeitor. Mas Jesus que é surpreendente, diz: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso”.
4. O paraíso na cultura persa era um jardim fechado, um parque (o jardim doÉden). Aquele homem arrependido por ter vivido tanto tempo errando o alvo, aquém da glória de Deus, seria recebido em um lugar de delícias, de prazer.
5. Mesmo sendo um tema de difícil explicação o pós-morte, para Jesus, atravessar as portas de parádeisos, significava começar a viver o prazer do céu.
6. Aquele homem que durante toda a sua vida correu atrás dos prazeres fugidios, na cruz, ao lado de Cristo, em Cristo, achou a porta de entrada em parádeisos.
7. O próprio Jesus foi quem disse: Eu sou a porta, quem passar por mim achará alimento (João 10.9).
CONCLUSÃO
Em que podemos dizer que somos diferentes daqueles homens? Em nada, pois como eles, erramos o alvo e ficamos aquém da glória de Deus.
Como eles, mas apenas um aproveitou, tivemos um encontro com Cristo que marcou a nossa história.
Como aquele nosso irmão, que levou nas mãos as marcas dos seus pecados, Jesus levou as marcas dos deles e dos nossos pecados.
Em nada somos diferentes, pois o que nos aguarda é o paraíso.
Amém.
Pr. Eli da Rocha Silva
IBJH 21/09/2008
sábado, 13 de setembro de 2008
HABACUQUE, TODOS OS CRENTES, E O DESEJO DE UM AVIVAMENTO
HABACUQUE, TODOS OS CRENTES, E O DESEJO DE UM AVIVAMENTO
HABACUQUE 3.2
Definição de avivamento ou reavivamento por John Stott: Trata-se de “... uma visitação inteiramente sobrenatural do Espírito soberano de Deus, pela qual uma comunidade inteira toma consciência de Sua santa presença e é surpreendida por ela. Os inconversos se convencem do pecado, arrependem-se e clamam a Deus por misericórdia, geralmente em números enormes e sem qualquer intervenção humana. Os desviados são restaurados. Os indecisos são revigorados. E todo o povo de Deus, inundado de um profundo senso de majestade divina, manifesta em suas vidas o multifacetado fruto do Espírito, dedicando-se às boas obras” (A verdade do Evangelho, p. 119).
Os crentes gostariam mesmo de serem tomados por um avivamento? É interessante observar, que o avivamento é marcado por coisas que se abandona por outras que são retomadas.
Podemos dizer que trocamos a insubmissão pela submissão; a indisciplina, pela disciplina; a tristeza, pela a alegria; a preguiça, pelo ânimo; a falta de Deus (mesmo que alguns declarem tê-lo), por sua presença constante; a vida sem igreja, pela necessidade de comunhão.
Antes de qualquer coisa, é preciso deixar claro, que qualquer avivamento tem como princípio o próprio Deus, se não for assim, não passará de fogo de palha.
I – ATRAVÉS DA PALAVRA DE DEUS QUE TRATA A NOSSA VIDA
1. A palavra trata a nossa vida, pois estabelece a rota a seguir. Quando Jesus diz: Eu sou o caminho, podemos acreditar que Ele mesmo estabeleceu a rota a ser seguida. Basta que acreditemos nisso.
2. A Palavra de Deus só terá valor para o cristão se for aberta. Não digo, estiver aberta, pois não se trata de um amuleto. É desnecessário deixá-la aberta nos supostos salmos mágicos.
3. A Palavra é para ser lida e ouvida. Quando a lemos, Deus fala conosco. É preciso que desenvolvamos o hábito de ouvir Deus falando pela Palavra.
4. Vai ficar difícil o avivamento com as bíblias fechadas. Crente de Bíblia fechada, se quiser demonstrar avivamento, tudo não passará enganação.
5. Para alguns crentes a Bíblia não passa de um tesouro perdido. Paulo cobra de Timóteo: “aplica-te à leitura”. E o jovem pastor, era tão humano e pecador como eu e você.
6. Se você tiver a facilidade de não só ler, mas também de guardar na memória o que foi lido, melhor ainda, exercite essa capacidade.
7. Deus vai tratar a nossa vida através da sua Palavra. E a sua Palavra é viva e eficaz (Hb 4.12).
II – PELA CONSCIÊNCIA DE TER ABANDONADO A PALAVRA DE DEUS .
1. Josias, que começou a reinar em Judá, com oito anos, aos vinte e seis, restabelece a Palavra de Deus em seu reino (2 Rs 22,23).
2. A O Livro da Lei foi encontrado na Casa do Senhor (22.8). Matthew Henry, diz que o Livro: “deve ter sido negligentemente guardado e esquecido, como e esquecido, como alguns fazem com as suas bíblias ao lançá-las em quaisquer lugares”
3. O escrivão Safã, o leu diante do rei (v.10). Ao ouvi-lo, o rei rasgou as suas vestes (v.11).
4. Josias rasgou as vestes por causa do pecado dos seus pais, que não deram ouvidos às palavras do Livro da Lei.
5. O rei impactado pela mensagem da Lei, colocou o palácio em polvorosa. Fico imaginando o rei Josias chamando, aos gritos: ‘Hilquias, Aicão, Acbor, Safã e Asaías, venham aqui imediatamente!’ (v.12).
6. Naqueles dias havia profetas. Eles foram até a profetisa Hulda, por ordem do rei Josias (v.14). E Deus falou através da profetisa Hulda (VV. 16-20).
III – É PRECISO COLOCAR A PALAVRA DE DEUS NO LUGAR DEVIDO.
1. O resgate do prazer pela Palavra. Davi tinha a revelação pela Palavra como perfeita (Sl 19.7).
2. Da mesma forma, Josias teve muito interesse pela Palavra de Deus. O interesse pela Palavra, o fez convocar a todos até a Casa do Senhor (23.1,2).
3. O rei, como líder do povo, colocou-se à frente para renovarem a aliança com o Senhor.
4. Mas nenhuma aliança, nenhum propósito foi feito sem que se ouvisse o que dizia o Livro (v.2b). Muitas vezes queremos fazer coisas sem ouvir o que nos diz Deus pela Sua Palavra.
5. Primeiro o rei fez propósitos diante de Deus, e em seguida o povo jurou fidelidade a aliança com o Senhor (v.3).
6. Nos dias de Josias, houve queima geral (vv. 4-25).
7. Para que haja avivamento, é necessário que além de buscarmos a Palavra de Deus, façamos uma reavaliação das coisas que julgamos importantes, mas na verdade, atrapalham a nossa fidelidade ao Senhor.
CONCLUSÃO
Se como Habacuque, quisermos de fato um avivamento devemos deixar Deus trabalhar em nossa vida.
Parafraseando o que disse alguém: “Deixa Deus trabalhar”
Pr. Eli da Rocha Silva
IBJH 14/09/2008
HABACUQUE 3.2
Definição de avivamento ou reavivamento por John Stott: Trata-se de “... uma visitação inteiramente sobrenatural do Espírito soberano de Deus, pela qual uma comunidade inteira toma consciência de Sua santa presença e é surpreendida por ela. Os inconversos se convencem do pecado, arrependem-se e clamam a Deus por misericórdia, geralmente em números enormes e sem qualquer intervenção humana. Os desviados são restaurados. Os indecisos são revigorados. E todo o povo de Deus, inundado de um profundo senso de majestade divina, manifesta em suas vidas o multifacetado fruto do Espírito, dedicando-se às boas obras” (A verdade do Evangelho, p. 119).
Os crentes gostariam mesmo de serem tomados por um avivamento? É interessante observar, que o avivamento é marcado por coisas que se abandona por outras que são retomadas.
Podemos dizer que trocamos a insubmissão pela submissão; a indisciplina, pela disciplina; a tristeza, pela a alegria; a preguiça, pelo ânimo; a falta de Deus (mesmo que alguns declarem tê-lo), por sua presença constante; a vida sem igreja, pela necessidade de comunhão.
Antes de qualquer coisa, é preciso deixar claro, que qualquer avivamento tem como princípio o próprio Deus, se não for assim, não passará de fogo de palha.
I – ATRAVÉS DA PALAVRA DE DEUS QUE TRATA A NOSSA VIDA
1. A palavra trata a nossa vida, pois estabelece a rota a seguir. Quando Jesus diz: Eu sou o caminho, podemos acreditar que Ele mesmo estabeleceu a rota a ser seguida. Basta que acreditemos nisso.
2. A Palavra de Deus só terá valor para o cristão se for aberta. Não digo, estiver aberta, pois não se trata de um amuleto. É desnecessário deixá-la aberta nos supostos salmos mágicos.
3. A Palavra é para ser lida e ouvida. Quando a lemos, Deus fala conosco. É preciso que desenvolvamos o hábito de ouvir Deus falando pela Palavra.
4. Vai ficar difícil o avivamento com as bíblias fechadas. Crente de Bíblia fechada, se quiser demonstrar avivamento, tudo não passará enganação.
5. Para alguns crentes a Bíblia não passa de um tesouro perdido. Paulo cobra de Timóteo: “aplica-te à leitura”. E o jovem pastor, era tão humano e pecador como eu e você.
6. Se você tiver a facilidade de não só ler, mas também de guardar na memória o que foi lido, melhor ainda, exercite essa capacidade.
7. Deus vai tratar a nossa vida através da sua Palavra. E a sua Palavra é viva e eficaz (Hb 4.12).
II – PELA CONSCIÊNCIA DE TER ABANDONADO A PALAVRA DE DEUS .
1. Josias, que começou a reinar em Judá, com oito anos, aos vinte e seis, restabelece a Palavra de Deus em seu reino (2 Rs 22,23).
2. A O Livro da Lei foi encontrado na Casa do Senhor (22.8). Matthew Henry, diz que o Livro: “deve ter sido negligentemente guardado e esquecido, como e esquecido, como alguns fazem com as suas bíblias ao lançá-las em quaisquer lugares”
3. O escrivão Safã, o leu diante do rei (v.10). Ao ouvi-lo, o rei rasgou as suas vestes (v.11).
4. Josias rasgou as vestes por causa do pecado dos seus pais, que não deram ouvidos às palavras do Livro da Lei.
5. O rei impactado pela mensagem da Lei, colocou o palácio em polvorosa. Fico imaginando o rei Josias chamando, aos gritos: ‘Hilquias, Aicão, Acbor, Safã e Asaías, venham aqui imediatamente!’ (v.12).
6. Naqueles dias havia profetas. Eles foram até a profetisa Hulda, por ordem do rei Josias (v.14). E Deus falou através da profetisa Hulda (VV. 16-20).
III – É PRECISO COLOCAR A PALAVRA DE DEUS NO LUGAR DEVIDO.
1. O resgate do prazer pela Palavra. Davi tinha a revelação pela Palavra como perfeita (Sl 19.7).
2. Da mesma forma, Josias teve muito interesse pela Palavra de Deus. O interesse pela Palavra, o fez convocar a todos até a Casa do Senhor (23.1,2).
3. O rei, como líder do povo, colocou-se à frente para renovarem a aliança com o Senhor.
4. Mas nenhuma aliança, nenhum propósito foi feito sem que se ouvisse o que dizia o Livro (v.2b). Muitas vezes queremos fazer coisas sem ouvir o que nos diz Deus pela Sua Palavra.
5. Primeiro o rei fez propósitos diante de Deus, e em seguida o povo jurou fidelidade a aliança com o Senhor (v.3).
6. Nos dias de Josias, houve queima geral (vv. 4-25).
7. Para que haja avivamento, é necessário que além de buscarmos a Palavra de Deus, façamos uma reavaliação das coisas que julgamos importantes, mas na verdade, atrapalham a nossa fidelidade ao Senhor.
CONCLUSÃO
Se como Habacuque, quisermos de fato um avivamento devemos deixar Deus trabalhar em nossa vida.
Parafraseando o que disse alguém: “Deixa Deus trabalhar”
Pr. Eli da Rocha Silva
IBJH 14/09/2008
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