Neemias 2.11-20_RECUPERANDO O ÂNIMO, POIS GRANDE É A OBRA
I – AGUARDAR É PRECISO
1. Neemias preferiu aguardar por três dias (v.11)
2. Três dias foram suficientes para oração, leitura e conhecimento prévio de alguma coisa.
3. Não é preciso afobamento para a realização da obra de Deus. Precisamos mesmo é entender que há tempo para tudo.
4. O que Deus não aceita nos líderes e nos liderados: omissão.
II – TOMANDO ‘PÉ’ DA SITUAÇÃO
1. Neemias se faz acompanhar de algumas pessoas. Ainda não era momento de colocar os planos sobre a mesa.
2. Já havia oposição, então, nada como sair à noite, em segredo; mas o que deveria ser feito, era mais secreto ainda; ele não diz nada sobre o que Deus havia posto em seu coração para fazer em Jerusalém; a obra de reconstrução tinha as indicações de Deus para serem realizadas.
3. É possível que os três dias do verso 11 estejam aqui divididos (v.12-15).
4. As lideranças política, religiosa e judicial de Israel não foram informadas dos planos de Neemias (v.16), sem que ele fizesse um levantamento de tudo que seria preciso fazer.
III – A OBRA NÃO É DE UM OU DE OUTRO, MAS DE TODOS.
1. Nem sempre entendemos que a obra é de todas as pessoas. Quando alguém pensa em isolar-se para fazer tudo sozinho, o que ele ganha são desgaste e descontentamento; desgaste de si mesmo e descontentamento dos demais, pois o que foi feito, com mais pessoas ajudando, ficaria melhor.
2. Neemias não veio para fazer tudo sozinho, e ele deixa isso bem claro para a liderança em Israel.
3. Ele abre a visão dos que ali estavam, e talvez estivessem acomodados: “Estais vendo a miséria em que estamos?” (v.17). A visão deve ser ampliada. Líder e liderados devem enxergar as mesmas coisas.
4. Além da visão a ação: “Vinde, pois, reedifiquemos os muros de Jerusalém”.
5. “Deixemos de ser opróbrio”. O que pensa a comunidade a respeito de nós, quando passa e não vê a placa da igreja? Será que eles comentam que não estamos regularizados? Deixaremos de ser motivo de zombaria porque a boa mão de Deus está conosco.
6. Todos responderam positivamente ao desafio de Neemias: “Disponhamo-nos e edifiquemos”. Isso não foi apenas um momento de emoção; algo que termina depois de sete dias (Os congressos que às vezes participamos; de onde saímos animados, mas logo caímos na rotina); somos informados que eles fortaleceram as mãos para a obra (v.18).
CONCLUSÃO
E quando vêm as oposições, a zombaria e o desprezo (v.19), qual deve ser a atitude do líder? Estando ele convicto da visão e da missão deve responder como Neemias: “O Deus dos céus é quem nos dará êxito” (v.20).
Mas aos servos está reservada uma parte no projeto de Deus (Somos cooperadores de Deus, disse Paulo 1ª Cor 3.9): “Nós, seus servos, nos disporemos e reedificaremos”.
Detalhe: os que não têm parte nem direito nos negócios de Deus, ficarão fora do projeto. Com certeza, Deus não está disposto a continuar insistindo com um bando de gente que não está a fim de nada. O Reino de Deus não tem espaço para quem gosta de viver desocupado. Parece rude, mas as coisas têm que ser colocadas desta maneira!
Que nenhum de nós seja excluído do projeto de reedificação.
Pr. Eli Rocha Silva
IBJH 27/08/2008
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
domingo, 24 de agosto de 2008
USANDO O ORKUT COMO FERRAMENTA DE COMUNHÃO
Como estamos no mês da juventude, quero ler uma mensagem que estava na minha página no Orkut (Apenas uma brincadeira!)
“Querido Pr. Eli, há alguns dias atrás, quando fui arrumar os aposentos de minha senhora, percebi que ela estava muito triste. Com muito cuidado perguntei-lhe o que estava acontecendo. Ela em lágrimas contou-me sua preocupação: ‘É que o meu marido está com uma doença muito grave e logo todos vão ficar sabendo: ele está com lepra’.
Sabe pastor, eu fiquei muito preocupada, então resolvi ajudar, e disse a ela: “Oxalá que o meu senhor estivesse diante do profeta que está em Samária; ele o restauraria da sua lepra” (2 Rs 5.3).
Pastor, confesso que fiquei meio receosa, mas eu não podia deixar de falar do nosso Deus que tem nos abençoado tanto, o senhor não concorda?
Não sei se o senhor ficou sabendo, mas o esposo de minha senhora esteve aí em Israel, e orientado pelo nosso irmão, o profeta Eliseu, foi totalmente curado. Oh, glória!
Pastor, diga ao pessoal que eu estou com muitas saudades. Caso o senhor encontrar o irmão profeta Eliseu, diga-lhe que ele foi “da hora” em abençoar o marido da minha senhora, o chefe Naamã.
Vou parando por aqui. O Orkut é mesmo uma bênção! Beijinhos deliciosos para todos. De euzinha, para o Pr. Eli, direto da Síria”.
“Querido Pr. Eli, há alguns dias atrás, quando fui arrumar os aposentos de minha senhora, percebi que ela estava muito triste. Com muito cuidado perguntei-lhe o que estava acontecendo. Ela em lágrimas contou-me sua preocupação: ‘É que o meu marido está com uma doença muito grave e logo todos vão ficar sabendo: ele está com lepra’.
Sabe pastor, eu fiquei muito preocupada, então resolvi ajudar, e disse a ela: “Oxalá que o meu senhor estivesse diante do profeta que está em Samária; ele o restauraria da sua lepra” (2 Rs 5.3).
Pastor, confesso que fiquei meio receosa, mas eu não podia deixar de falar do nosso Deus que tem nos abençoado tanto, o senhor não concorda?
Não sei se o senhor ficou sabendo, mas o esposo de minha senhora esteve aí em Israel, e orientado pelo nosso irmão, o profeta Eliseu, foi totalmente curado. Oh, glória!
Pastor, diga ao pessoal que eu estou com muitas saudades. Caso o senhor encontrar o irmão profeta Eliseu, diga-lhe que ele foi “da hora” em abençoar o marido da minha senhora, o chefe Naamã.
Vou parando por aqui. O Orkut é mesmo uma bênção! Beijinhos deliciosos para todos. De euzinha, para o Pr. Eli, direto da Síria”.
1 Coríntios 13.11_DOIS, MAS CHEGAREMOS A TRÊS
DOIS, MAS CHEGAREMOS A TRÊS.
1 Coríntios 13.11
Os três estágios na vida daquele que se entrega a Jesus Cristo.
I – O ESTÁGIO DA INFANTILIDADE
1. Na infantilidade, as coisas começam a ser descortinadas; o que não sabemos nos é dado a conhecer.
2. Cada criança tem a sua forma própria de deixar-se conduzir. Algumas são de fácil tratamento, outras não; algumas aceitam facilmente quando são incompreendidas, outras não.
3. Paulo olhando para si mesmo, disse que houve um tempo em que era menino, e nesse tempo falava como menino, pensava como menino. Ou seja ele corria atrás das coisas próprias de menino. O que fala um menino, o que pensa um menino?
4. Quando se é menino (infantil), podemos não tínhamos muita consciência do perigo, mas apenas da dor. Não havendo dor, tudo está muito bem.
5. O primeiro estágio na vida do crente novo é o da infantilidade. Tudo para o novo crente é novidade, pois ele sabe de poucas coisas. A própria Bíblia é uma novidade, embora não seja um brinquedo (Muito embora já existam versões da Bíblia para brincar).
6. Mas o natural é que cesse o tempo da infantilidade. A igreja não passará a vida toda ensinando ao crente as quatro leis espirituais e nem as quatro lições no evangelho de João. Haverá um tempo que o crente deixa as primeiras lições, o be-a-bá da alfabetização evangélica.
II – O ESTÁGIO DA ADULTEZ
1. Na adultez, podemos começar a entender, que o antes menino está adquirindo a sua maturidade. As fases de transição, de menino a homem, são facilmente perceptíveis.
2. Na vida cristã, percebe claramente quem já está se tornando maduro, e quem ainda continua no estágio da infantilidade.
3. Paulo percebendo que havia atingido sua maioridade, com a conseqüente maturidade, diz: “Desisti das coisas de menino”.
4. Nós compreendemos perfeitamente as ações de um menino; nós as relevamos; entendemos que é próprio da idade; acreditamos que o tempo colocará tudo em seus devidos lugares. Mas é incompreensível o adulto que quer continuar infantil.
5. Quando éramos meninos, queríamos chegar à adultez, para comprarmos à prazo, pagar as nossas próprias contas, e talvez até sair de casa. Quando ficamos adultos, vemos o quão é difícil ter que pagar contas, e só saímos de casa quando casamos. Mas a transição foi necessária.
6. Paulo foi um crente como outro qualquer; ele também foi neófito. Ele precisou dos préstimos de Ananias (Atos 9.10-19). Precisou como qualquer outro crente, ser batizado (v.18).
7. Ainda um menino na fé, Paulo já pregava o evangelho, mas precisou da intercessão de Barnabé junto aos apóstolos em Jerusalém.
8. Mas o Paulo que escreve aos crentes de Corinto já era homem feito. Ele ilustra, a vida que espera de todos os crentes, dizendo, que há o tempo de deixar as criancices: o tempo da maturidade.
III – O ESTÁGIO DA PERFEITA VARONILIDADE
1. Nós saímos da idade infantil, passamos pela maturidade (adultez espiritual), mas o que esperamos de fato é a perfeita varonilidade.
2. O desejo do homem adulto, o já velho, o irmão Paulo, é que todos cheguemos...à perfeita varonilidade.
3. A perfeita varonilidade está subordinada à pessoa de Cristo. O que o crente deve buscar como maturidade é tudo aquilo que ele vê em Cristo.
4. O nosso aperfeiçoamento tem como modelo Cristo. Há um hino que diz: “Tenho um desejo especial, quero ser como Cristo”. O poeta está dizendo que Cristo é o seu modelo de filho; Cristo é o seu modelo de servo.
5. Eleger Cristo como meu modelo de maturidade, equivale a dizer que eu serei capaz de lavar os pés do meu irmão; que será possível eu dizer: “Perdoa-lhe”; que eu farei o que Ele mandou: andarei a segunda milha; significa também dizer que o serviço que eu presto é para Deus, e não para mim mesmo.
6. Alguns dirão naquele dia: “Senhor, em teu nome profetizamos, expulsamos demônios e fizemos milagres”. A resposta: “E daí, nem vos conheço”. Muitos fazem obras, mas para si mesmos; para serem vistos pelos homens; para serem aclamados, para serem ovacionados, para serem beijados, para serem presenteados, pára por aqui...
7. O crente maduro age como João Batista, que disse: “Convém que ele cresça e que eu diminua” (João 3.30).
8. O crente que passou a fase da primeira infância, pois já ser homem maduro, não será como meninos espirituais, agitados de um lado para outro, e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro (Ef 4.14).
CONCLUSÃO
O homem natural passa da sua infância para a idade adulta e cessa.
O homem espiritual passa pelas duas fases e continua até chegar à perfeita varonilidade, à estatura de Cristo. Quando éramos pequenos, não víamos a hora de sermos do tamanho do nosso irmão mais velho. O desejo permanece: quero ser como Cristo.
Amém.
Pr. Eli da Rocha Silva
IBJH 24/08/2008
1 Coríntios 13.11
Os três estágios na vida daquele que se entrega a Jesus Cristo.
I – O ESTÁGIO DA INFANTILIDADE
1. Na infantilidade, as coisas começam a ser descortinadas; o que não sabemos nos é dado a conhecer.
2. Cada criança tem a sua forma própria de deixar-se conduzir. Algumas são de fácil tratamento, outras não; algumas aceitam facilmente quando são incompreendidas, outras não.
3. Paulo olhando para si mesmo, disse que houve um tempo em que era menino, e nesse tempo falava como menino, pensava como menino. Ou seja ele corria atrás das coisas próprias de menino. O que fala um menino, o que pensa um menino?
4. Quando se é menino (infantil), podemos não tínhamos muita consciência do perigo, mas apenas da dor. Não havendo dor, tudo está muito bem.
5. O primeiro estágio na vida do crente novo é o da infantilidade. Tudo para o novo crente é novidade, pois ele sabe de poucas coisas. A própria Bíblia é uma novidade, embora não seja um brinquedo (Muito embora já existam versões da Bíblia para brincar).
6. Mas o natural é que cesse o tempo da infantilidade. A igreja não passará a vida toda ensinando ao crente as quatro leis espirituais e nem as quatro lições no evangelho de João. Haverá um tempo que o crente deixa as primeiras lições, o be-a-bá da alfabetização evangélica.
II – O ESTÁGIO DA ADULTEZ
1. Na adultez, podemos começar a entender, que o antes menino está adquirindo a sua maturidade. As fases de transição, de menino a homem, são facilmente perceptíveis.
2. Na vida cristã, percebe claramente quem já está se tornando maduro, e quem ainda continua no estágio da infantilidade.
3. Paulo percebendo que havia atingido sua maioridade, com a conseqüente maturidade, diz: “Desisti das coisas de menino”.
4. Nós compreendemos perfeitamente as ações de um menino; nós as relevamos; entendemos que é próprio da idade; acreditamos que o tempo colocará tudo em seus devidos lugares. Mas é incompreensível o adulto que quer continuar infantil.
5. Quando éramos meninos, queríamos chegar à adultez, para comprarmos à prazo, pagar as nossas próprias contas, e talvez até sair de casa. Quando ficamos adultos, vemos o quão é difícil ter que pagar contas, e só saímos de casa quando casamos. Mas a transição foi necessária.
6. Paulo foi um crente como outro qualquer; ele também foi neófito. Ele precisou dos préstimos de Ananias (Atos 9.10-19). Precisou como qualquer outro crente, ser batizado (v.18).
7. Ainda um menino na fé, Paulo já pregava o evangelho, mas precisou da intercessão de Barnabé junto aos apóstolos em Jerusalém.
8. Mas o Paulo que escreve aos crentes de Corinto já era homem feito. Ele ilustra, a vida que espera de todos os crentes, dizendo, que há o tempo de deixar as criancices: o tempo da maturidade.
III – O ESTÁGIO DA PERFEITA VARONILIDADE
1. Nós saímos da idade infantil, passamos pela maturidade (adultez espiritual), mas o que esperamos de fato é a perfeita varonilidade.
2. O desejo do homem adulto, o já velho, o irmão Paulo, é que todos cheguemos...à perfeita varonilidade.
3. A perfeita varonilidade está subordinada à pessoa de Cristo. O que o crente deve buscar como maturidade é tudo aquilo que ele vê em Cristo.
4. O nosso aperfeiçoamento tem como modelo Cristo. Há um hino que diz: “Tenho um desejo especial, quero ser como Cristo”. O poeta está dizendo que Cristo é o seu modelo de filho; Cristo é o seu modelo de servo.
5. Eleger Cristo como meu modelo de maturidade, equivale a dizer que eu serei capaz de lavar os pés do meu irmão; que será possível eu dizer: “Perdoa-lhe”; que eu farei o que Ele mandou: andarei a segunda milha; significa também dizer que o serviço que eu presto é para Deus, e não para mim mesmo.
6. Alguns dirão naquele dia: “Senhor, em teu nome profetizamos, expulsamos demônios e fizemos milagres”. A resposta: “E daí, nem vos conheço”. Muitos fazem obras, mas para si mesmos; para serem vistos pelos homens; para serem aclamados, para serem ovacionados, para serem beijados, para serem presenteados, pára por aqui...
7. O crente maduro age como João Batista, que disse: “Convém que ele cresça e que eu diminua” (João 3.30).
8. O crente que passou a fase da primeira infância, pois já ser homem maduro, não será como meninos espirituais, agitados de um lado para outro, e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro (Ef 4.14).
CONCLUSÃO
O homem natural passa da sua infância para a idade adulta e cessa.
O homem espiritual passa pelas duas fases e continua até chegar à perfeita varonilidade, à estatura de Cristo. Quando éramos pequenos, não víamos a hora de sermos do tamanho do nosso irmão mais velho. O desejo permanece: quero ser como Cristo.
Amém.
Pr. Eli da Rocha Silva
IBJH 24/08/2008
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
FÉ E FIDELIDADE: A TRILHA DO CÉU
FÉ E FIDELIDADE: A TRILHA DO CÉU
I – A FÉ COMO NECESSIDADE INICIAL E ESSENCIAL
1. A fé é essencial para aquele que pretende iniciar a jornada. Existe uma fé nova naqueles que começam o caminho. Os tais são chamados de neófitos.
2. Filipe conduziu um neófito ao batismo (Atos 8.38,39).
3. Paulo e Silas mandaram o carcereiro crer (Atos 16.31).
4. Quem crê tem garantias, diferente de quem não crê (Hb 4.2,3).
II – A FÉ COMO CONTINUIDADE DO QUE SE COMEÇOU
1. Aqueles que se aproximam de Deus o fazem por fé. Mas quem chega a Deus, apenas começa a caminhada.
2. É necessário na vida do crente o exercício da fé, a sua prática. Aliás, vivemos aqui por fé. Tudo o que fizermos deve ser por fé.
3. A Bíblia traz um capítulo que trata dos heróis da fé (Hb 11). São heróis incompreensíveis para o mundo, porque deram suas vidas pelo que acreditaram.
4. Pela fé Abraão partiu para oferecer Isaque.
5. Pela fé Raabe escondeu os espias.
6. Pela fé Moisés levou o povo a atravessar o Mar Vermelho.
III – A FÉ CONDUZ À FIDELIDADE.
1. Parece redundante, mas não é; fé e fidelidade têm aspectos diferentes. Alguém pode demonstrar muita fé, mas em outros aspectos da vida cristã não mostrar fidelidade (1 Tm 5.8).
2. O que é fé? “A fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem” (Hb 11.1).
3. O que é fidelidade? “Fidelidade é a consistência entre o ser e o querer, é a coerência entre fé e vida” (Atualidades 2006 pg.12).
4. Com a fé, nós esperamos algo para nós; com a fidelidade, alguém espera de nós algo para si. Exemplificando: Através da fidelidade de Deus, pela nossa fé, sabemos que seremos abençoados por Ele (Dt 7.9). É interessante, pois o texto exige da parte humana da aliança, a fé e também a fidelidade.
5. Aos crentes de Esmirna, que tinham fé, foi exigida também a fidelidade (Ap 2.10).
6. Podemos resumir a fidelidade, como firmeza de propósito em nos conservarmos fiéis às coisas que abraçamos pela fé (Hb 10.23).
CONCLUSÃO
Sou chamado de crente por que cri um dia, ou por que ainda creio nas coisas que um dia cri?
Por meio da fé um dia cri e fui salvo, e ainda por fé, persisto fiel ao que cri.
Não sei se fui muito confuso, mas o que sei, é que devo conservar a fidelidade.
Amém
Pr. Eli Rocha Silva
IBJH 22/08/2008 Culto residência Irmã Dusolina
I – A FÉ COMO NECESSIDADE INICIAL E ESSENCIAL
1. A fé é essencial para aquele que pretende iniciar a jornada. Existe uma fé nova naqueles que começam o caminho. Os tais são chamados de neófitos.
2. Filipe conduziu um neófito ao batismo (Atos 8.38,39).
3. Paulo e Silas mandaram o carcereiro crer (Atos 16.31).
4. Quem crê tem garantias, diferente de quem não crê (Hb 4.2,3).
II – A FÉ COMO CONTINUIDADE DO QUE SE COMEÇOU
1. Aqueles que se aproximam de Deus o fazem por fé. Mas quem chega a Deus, apenas começa a caminhada.
2. É necessário na vida do crente o exercício da fé, a sua prática. Aliás, vivemos aqui por fé. Tudo o que fizermos deve ser por fé.
3. A Bíblia traz um capítulo que trata dos heróis da fé (Hb 11). São heróis incompreensíveis para o mundo, porque deram suas vidas pelo que acreditaram.
4. Pela fé Abraão partiu para oferecer Isaque.
5. Pela fé Raabe escondeu os espias.
6. Pela fé Moisés levou o povo a atravessar o Mar Vermelho.
III – A FÉ CONDUZ À FIDELIDADE.
1. Parece redundante, mas não é; fé e fidelidade têm aspectos diferentes. Alguém pode demonstrar muita fé, mas em outros aspectos da vida cristã não mostrar fidelidade (1 Tm 5.8).
2. O que é fé? “A fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem” (Hb 11.1).
3. O que é fidelidade? “Fidelidade é a consistência entre o ser e o querer, é a coerência entre fé e vida” (Atualidades 2006 pg.12).
4. Com a fé, nós esperamos algo para nós; com a fidelidade, alguém espera de nós algo para si. Exemplificando: Através da fidelidade de Deus, pela nossa fé, sabemos que seremos abençoados por Ele (Dt 7.9). É interessante, pois o texto exige da parte humana da aliança, a fé e também a fidelidade.
5. Aos crentes de Esmirna, que tinham fé, foi exigida também a fidelidade (Ap 2.10).
6. Podemos resumir a fidelidade, como firmeza de propósito em nos conservarmos fiéis às coisas que abraçamos pela fé (Hb 10.23).
CONCLUSÃO
Sou chamado de crente por que cri um dia, ou por que ainda creio nas coisas que um dia cri?
Por meio da fé um dia cri e fui salvo, e ainda por fé, persisto fiel ao que cri.
Não sei se fui muito confuso, mas o que sei, é que devo conservar a fidelidade.
Amém
Pr. Eli Rocha Silva
IBJH 22/08/2008 Culto residência Irmã Dusolina
ACRÓSTICO: DUSOLINA, NOVENTA E DOIS ANOS
Deus sempre foi contigo
Um coração voltado para Ele
Soube ser grata sempre
Ontem e ainda hoje: serva
Lealdade à família
Irmã, esposa e mãe
Nada faltou, como disse o salmista
Amou mesmo quando foi difícil amar
Nunca desistiu
Orou em todas as circunstâncias
Viveu na expectativa de dias melhores
Ensinou as verdades bíblicas
Não temeu diante das dificuldades
Trouxe todas as coisas aos pés de Cristo
Amou a família fruto do amor pelo Mestre
Em todas as coisas foi fiel
Deu de si aos outros
Ouviu e ensinou sábios conselhos
Investiu na fé dos filhos
Serviu ao Senhor que a salvou
A igreja é grata por sua vida
Nós ficamos sem palavras diante de tantas bênçãos
Ontem louvamos, hoje agradecemos e pedimos
SENHOR, sejam agradáveis e menos penosos os seus dias aqui
Um coração voltado para Ele
Soube ser grata sempre
Ontem e ainda hoje: serva
Lealdade à família
Irmã, esposa e mãe
Nada faltou, como disse o salmista
Amou mesmo quando foi difícil amar
Nunca desistiu
Orou em todas as circunstâncias
Viveu na expectativa de dias melhores
Ensinou as verdades bíblicas
Não temeu diante das dificuldades
Trouxe todas as coisas aos pés de Cristo
Amou a família fruto do amor pelo Mestre
Em todas as coisas foi fiel
Deu de si aos outros
Ouviu e ensinou sábios conselhos
Investiu na fé dos filhos
Serviu ao Senhor que a salvou
A igreja é grata por sua vida
Nós ficamos sem palavras diante de tantas bênçãos
Ontem louvamos, hoje agradecemos e pedimos
SENHOR, sejam agradáveis e menos penosos os seus dias aqui
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Efésios 4.1-6_CONSERVANDO A UNIDADE DO ESPÍRITO
EFÉSIOS 4.1-6_CONSERVANDO A UNIDADE DO ESPÍRITO
I - ANDAR DE MODO DIGNO DA VOCAÇÃO A QUE FOSTES CHAMADOS (V. 1)
• Viver de modo que dignifique o chamado para a salvação, que é o primeiro chamado de alguém. Ninguém é chamado para um trabalho especial sem antes ser salvo.
• A conduta cristã não deve depor contra o que professamos. Fé e conduta não devem ser conflitantes, mas harmônicas.
• Responsabilidades da vocação: “Comportar-se na forma que se espera dos filhos adotivos do Pai celestial; crer em seus ensinos; confiar em suas promessas; obedecer à sua vontade”.
• Bênçãos da vocação: “eleição, redenção, selagem, vivificação, reconciliação” (WH em Comentário da Carta aos Efésios).
II– HUMILDADE, MANSIDÃO E AS DEMAIS VIRTUDES (V.2)
• Com humildade reconhecemos que dependemos de outras pessoas. A vida cristã não é algo que possa ser vivida no isolamento. Somos dependentes uns dos outros, como diz o hineto: “Eu preciso de você, você precisa de mim”.
• Mansidão é outro aspecto da conduta cristã que devemos deixar transparecer. A mansidão nos encaminhará para um bom testemunho para com os de fora, e não escandalizaremos os de dentro (da igreja).
• Longanimidade, isto é, perseverança. Muitos são os desafios e as aflições no mundo. Se a mansidão nos ensina a não perdermos a cabeça, a longanimidade nos ensina a não perdermos a esperança.
• Suportando-vos em amor. Sabendo que suportar não é fácil, o apelo é que isso seja feito em amor. O amor nos aperfeiçoará naquilo em que falhamos.
III– ESFORÇANDO-VOS DILIGENTEMENTE (V.3)
• Depois de deixarmos que a humildade, mansidão, longanimidade e a compreensão (suportar) trabalhem em nossas vidas, não será impossível preservar a unidade. A unidade não se consegue de modo fácil, é preciso esforço. Vivemos entre pessoas, e pessoas são diferentes.
• Unidade do Espírito. O Espírito agindo na igreja, faz com que haja equilíbrio entre nós que somos diferentes. Vivemos a mutualidade no Espírito. O ‘uns aos outros’ só tem sentido porque é uma ação do Espírito entre os individuais. O homem por natureza e individualista e não mutualista. Se não lutarmos pela unidade, no que depende de mim, o preço há de ser cobrado.
IV– UM CORPO E UM ESPÍRITO (V. 4)
• UM CORPO. A igreja, como um corpo, é apenas uma. As diversas placas, não criam diversas igrejas, ela continua sendo apenas uma; assim é o corpo. Somos dessa ou daquela por convicções doutrinais.
• UM ESPÍRITO. O Espírito que está sobre nós e em nós é o mesmo. Não se fala em Espíritos. O Espírito não é denominacional. Também não age de acordo com as pretensões das pessoas. Ele é autônomo, logo, rege-se por suas próprias leis.
• CHAMADOS NUMA SÓ ESPERANÇA VOSSA VOCAÇÃO. A esperança que nos encaminha para a vocação da vida. Vocacionados para viver a vida plena, eterna.
V - UM SÓ SENHOR QUE NOS ENSINA A VIVER A UNIDADE (V.5)
• Um só Senhor. Como cabeça da igreja, o Senhor é Soberano sobre ela. A igreja não pode viver à margem dos mandamentos de Cristo; deve viver em submissão. Quando se fala igreja, entenda-se, eu e você.
• Uma só fé. A fé deve estar centralizada em Cristo, nos encaminhando até ele para a salvação.
• Um só batismo. Trata-se do batismo em Cristo (Gl 3.27). É provável que não esteja em foco a forma exterior de se batizar, mas a interior, através da ação do Espírito, em nos conduzir à imersão em Cristo. Imergidos e revestidos de Cristo, o maligno não nos toca (1 Jo 5.18).
VI - UM SÓ DEUS E PAI DE TODOS (V.6)
• Deus detém os direitos de Criação. Ele comanda a natureza e o destino dos ímpios. Mas, a respeito dos crentes Ele é mais.
• Paulo está falando que Deus age na igreja. Age em nós através da vida que temos em Cristo, na ação do Espírito Santo. Pelo fato dEle agir em nós, membros da sua igreja, não é impossível vivermos a unidade que nos é solicitada.
Amém
Pr. Eli Rocha Silva
IBJH 27/04/2008
I - ANDAR DE MODO DIGNO DA VOCAÇÃO A QUE FOSTES CHAMADOS (V. 1)
• Viver de modo que dignifique o chamado para a salvação, que é o primeiro chamado de alguém. Ninguém é chamado para um trabalho especial sem antes ser salvo.
• A conduta cristã não deve depor contra o que professamos. Fé e conduta não devem ser conflitantes, mas harmônicas.
• Responsabilidades da vocação: “Comportar-se na forma que se espera dos filhos adotivos do Pai celestial; crer em seus ensinos; confiar em suas promessas; obedecer à sua vontade”.
• Bênçãos da vocação: “eleição, redenção, selagem, vivificação, reconciliação” (WH em Comentário da Carta aos Efésios).
II– HUMILDADE, MANSIDÃO E AS DEMAIS VIRTUDES (V.2)
• Com humildade reconhecemos que dependemos de outras pessoas. A vida cristã não é algo que possa ser vivida no isolamento. Somos dependentes uns dos outros, como diz o hineto: “Eu preciso de você, você precisa de mim”.
• Mansidão é outro aspecto da conduta cristã que devemos deixar transparecer. A mansidão nos encaminhará para um bom testemunho para com os de fora, e não escandalizaremos os de dentro (da igreja).
• Longanimidade, isto é, perseverança. Muitos são os desafios e as aflições no mundo. Se a mansidão nos ensina a não perdermos a cabeça, a longanimidade nos ensina a não perdermos a esperança.
• Suportando-vos em amor. Sabendo que suportar não é fácil, o apelo é que isso seja feito em amor. O amor nos aperfeiçoará naquilo em que falhamos.
III– ESFORÇANDO-VOS DILIGENTEMENTE (V.3)
• Depois de deixarmos que a humildade, mansidão, longanimidade e a compreensão (suportar) trabalhem em nossas vidas, não será impossível preservar a unidade. A unidade não se consegue de modo fácil, é preciso esforço. Vivemos entre pessoas, e pessoas são diferentes.
• Unidade do Espírito. O Espírito agindo na igreja, faz com que haja equilíbrio entre nós que somos diferentes. Vivemos a mutualidade no Espírito. O ‘uns aos outros’ só tem sentido porque é uma ação do Espírito entre os individuais. O homem por natureza e individualista e não mutualista. Se não lutarmos pela unidade, no que depende de mim, o preço há de ser cobrado.
IV– UM CORPO E UM ESPÍRITO (V. 4)
• UM CORPO. A igreja, como um corpo, é apenas uma. As diversas placas, não criam diversas igrejas, ela continua sendo apenas uma; assim é o corpo. Somos dessa ou daquela por convicções doutrinais.
• UM ESPÍRITO. O Espírito que está sobre nós e em nós é o mesmo. Não se fala em Espíritos. O Espírito não é denominacional. Também não age de acordo com as pretensões das pessoas. Ele é autônomo, logo, rege-se por suas próprias leis.
• CHAMADOS NUMA SÓ ESPERANÇA VOSSA VOCAÇÃO. A esperança que nos encaminha para a vocação da vida. Vocacionados para viver a vida plena, eterna.
V - UM SÓ SENHOR QUE NOS ENSINA A VIVER A UNIDADE (V.5)
• Um só Senhor. Como cabeça da igreja, o Senhor é Soberano sobre ela. A igreja não pode viver à margem dos mandamentos de Cristo; deve viver em submissão. Quando se fala igreja, entenda-se, eu e você.
• Uma só fé. A fé deve estar centralizada em Cristo, nos encaminhando até ele para a salvação.
• Um só batismo. Trata-se do batismo em Cristo (Gl 3.27). É provável que não esteja em foco a forma exterior de se batizar, mas a interior, através da ação do Espírito, em nos conduzir à imersão em Cristo. Imergidos e revestidos de Cristo, o maligno não nos toca (1 Jo 5.18).
VI - UM SÓ DEUS E PAI DE TODOS (V.6)
• Deus detém os direitos de Criação. Ele comanda a natureza e o destino dos ímpios. Mas, a respeito dos crentes Ele é mais.
• Paulo está falando que Deus age na igreja. Age em nós através da vida que temos em Cristo, na ação do Espírito Santo. Pelo fato dEle agir em nós, membros da sua igreja, não é impossível vivermos a unidade que nos é solicitada.
Amém
Pr. Eli Rocha Silva
IBJH 27/04/2008
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